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SpBIM

O QUE É D5 RENDER?

1 de agosto de 2023 Por Equipe SPBIM

O QUE É D5 RENDER?

A visualização arquitetônica desempenha um papel crucial no processo de apresentação de projetos na AEC. Até recentemente, criar imagens fotorrealistas exigia recursos de hardware poderosos, conhecimentos avançados em software de renderização e altos investimentos financeiros. No entanto, com o advento do D5 Render, essa realidade mudou drasticamente.

O D5 Render é um software de renderização de Ray Tracing em tempo real que acelera a produção 3D para os usuários com uma interface simplificada e um fluxo de trabalho simplificado. Desenvolvido pela empresa chinesa Dimension 5, foi projetado para atender às necessidades dos arquitetos, designers de interiores e outros profissionais da indústria criativa.

Fonte: D5 RENDER

Uma das características mais notáveis do programa é  sua simplicidade de uso. Ao contrário de outras soluções de renderização, que exigem um conhecimento técnico avançado e horas de processamento, o D5 é projetado para ser acessível e amigável, mesmo para usuários iniciantes. Sua interface intuitiva permite que os usuários importem facilmente modelos 3D de softwares de modelagem populares, apliquem texturas, iluminação e materiais realistas, e obtenham resultados de renderização de alta qualidade em tempo real.

Fonte: Graphisoft

Outro destaque é seu desempenho rápido e eficiente. Enquanto outras soluções exigem longos tempos de renderização para gerar uma imagem final, o D5 fornece resultados em tempo real. Os usuários podem fazer alterações instantâneas no ambiente virtual e visualizar imediatamente o impacto dessas mudanças. Essa capacidade acelera significativamente o processo de design e permite uma tomada de decisão mais rápida e precisa.

O que atrai maior atenção é o preço insuperavelmente baixo comparado com a qualidade de conteúdo que se é possível extrair do programa. Existem licenças gratuitas com funcionalidades limitadas, e o plano pro custa, até o momento de escrita do artigo,  $30/mês (algo em torno de 140 a 145 reais), e acreditamos que este é um dos principais diferenciais competitivos que alavancaram a utilização e popularização do software, colocando o produto em “disputa” com renders mais antigos como Lumion, Twinmotion e outros.

Além disso, uma ampla gama de recursos avançados são oferecidos para aprimorar a visualização. Os utilizadores podem experimentar diferentes condições de iluminação, alterar a posição do sol, ajustar as configurações de materiais e texturas, e até mesmo simular fenômenos atmosféricos, como chuva, neve e névoa. Esses recursos permitem que sejam criados ambientes realistas e transmitam a sensação de estar presente no espaço arquitetônico antes mesmo da construção física. Alguns exemplos de recursos disponíveis são:

Renderização em tempo real:  Uma das principais vantagens é a capacidade de renderizar cenas em tempo real, o que permite que os usuários vejam instantaneamente as mudanças feitas em seus projetos, proporcionando uma experiência de visualização interativa e imersiva.

Biblioteca de ativos: O software inclui uma vasta biblioteca de ativos, como móveis, vegetação, texturas e iluminação, que podem ser facilmente incorporados aos projetos. Isso acelera o processo de criação e melhora a qualidade das visualizações.

Fonte: Sketchup

Iluminação avançada: O D5 Render oferece recursos avançados de iluminação, incluindo a simulação realista da luz natural do sol, iluminação global (GI) e reflexões em tempo real. Esses recursos garantem que as visualizações criadas sejam altamente realistas e precisas.

Fácil navegação e controles intuitivos: Com uma interface amigável e controles intuitivos, o D5 torna a navegação e a criação de cenas simples e acessíveis até mesmo para usuários menos experientes.

Compatibilidade com softwares 3D: O programa é compatível com vários softwares de modelagem e design 3D populares, como SketchUp, 3ds Max e Rhino, facilitando a integração de projetos existentes na plataforma.

Recursos de animação: Existem capacidades que permitem aos usuários desenvolverem passeios virtuais e vídeos cinematográficos de seus projetos. Eles podem criar trajetórias de câmera, adicionar efeitos de movimento, inserir elementos de vida, como pessoas e veículos, e criar animações envolventes que destacam as principais características do projeto. Essas animações são úteis para apresentações de projetos, marketing e comunicação visual eficaz.

VR e panoramas de 360 ​​graus: o D5 possibilita que sejam criadas experiências imersivas renderizando cenas para realidade virtual (VR) ou panoramas de 360 ​​graus.

Fonte: Vaz Produções

CONCLUSÃO

O D5 Render representa um avanço significativo na visualização arquitetônica em tempo real, oferecendo uma plataforma inovadora e acessível para profissionais da indústria. Com sua renderização em tempo real, biblioteca de ativos diversificada e controles intuitivos, ele se destaca como uma ferramenta poderosa para criar visualizações realistas e imersivas de projetos arquitetônicos. Ao possibilitar uma comunicação mais eficaz, acelerar o processo de design e promover tomadas de decisões informadas, o D5 Render se posiciona como um catalisador para a transformação digital da indústria da arquitetura e design.

Caso tenha gostado do artigo, sugerimos as seguintes leituras: A IMPORTÂNCIA DA PÓS PRODUÇÃO COM O PHOTOSHOP PARA RENDERIZAÇÃO; 7 SOFTWARES DE RENDER MAIS UTILIZADOS DO MUNDO; O QUE É TWINMOTION?

 

Categorias Arquitetos, Artigos, BIM, Renders, Softwares BIM Tags arquitetura, BIM, d5 render, design, engenharia, RAY TRACING, renderização, renders, softwares bim, SpBIM Deixe um comentário

SISTEMAS CONSTRUTIVOS NO BIM

17 de agosto de 202318 de julho de 2023 Por Equipe SPBIM

SISTEMAS CONSTRUTIVOS NO BIM

A construção de edifícios tem evoluído ao longo dos séculos, resultando em uma ampla gama de técnicas, tecnologias e métodos disponíveis atualmente. Dentro desse contexto, os sistemas construtivos desempenham um papel fundamental na concepção e execução de edifícios. Eles referem-se aos parâmetros, processos e atributos que estruturam uma edificação, definindo as matérias-primas usadas para a construção de uma obra, como paredes, pisos, lajes, telhados, entre outros. Ou seja, eles quem ditam de que forma e com quais materiais serão utilizados em uma construção. Podemos mencionar alguns tipos para exemplificar: 

Alvenaria Convencional

A alvenaria é um dos sistemas construtivos mais antigos e amplamente utilizados em todo o mundo. Consiste na construção de paredes e estruturas utilizando tijolos cerâmicos ou blocos de concreto, que são assentados com argamassa. É um método relativamente simples e versátil, adequado para edificações residenciais, comerciais e industriais. Ela oferece boa resistência e isolamento térmico, além de permitir a personalização dos acabamentos.

Fonte: EDIFICar Jr.

Estrutura de Concreto Armado

Seu uso ocorre, em maioria, nos edifícios e infraestruturas de grande porte. Consiste na combinação de concreto e barras de aço, formando uma estrutura resistente e durável. O concreto é moldado em formas e, em seguida, as barras de aço são inseridas para aumentar a resistência à tração. Esse sistema oferece grande flexibilidade arquitetônica, permitindo a construção de diferentes formas e tamanhos. Além disso, ele possui boa resistência ao fogo e é amplamente utilizado em projetos que requerem longa vida útil e resistência estrutural.

Fonte: Escola Engenharia

Estrutura de Aço

A construção em estrutura de aço é comum em edifícios comerciais, industriais e de grande porte. Nesse sistema, as estruturas são formadas por perfis de aço, que são fabricados e montados no local da obra. O material oferece alta resistência e durabilidade, além de possibilitar vãos amplos e uma construção mais leve em comparação com outros sistemas. Sua maior vantagem é a velocidade de execução, o que a torna atrativa em projetos que exigem prazos reduzidos.

Fonte: Oestefer

Wood Frame

O Wood Frame, também conhecido como construção em estrutura de madeira, é amplamente utilizado em países como Canadá, Estados Unidos e países nórdicos. Nesse método, as estruturas são compostas por painéis de madeira maciça ou placas de OSB (Oriented Strand Board), que são montados em uma estrutura de suporte. Ele oferece boa resistência estrutural, isolamento térmico e acústico, além de ser uma opção sustentável, pois utiliza madeira proveniente de manejo florestal responsável.

Fonte: Escola Engenharia

Sistemas Modulares

Os sistemas construtivos modulares são cada vez mais utilizados na construção civil. Nesse método, os componentes da edificação são fabricados em fábricas e, em seguida, transportados e montados no local da obra. Os módulos podem ser construídos em aço, concreto, madeira ou outros materiais, dependendo das necessidades do projeto. A construção modular oferece vantagens como a redução do tempo de construção, maior controle de qualidade, menor desperdício de materiais e flexibilidade para futuras expansões.

Fonte: Autodoc

 

 

Uso do BIM nos sistemas construtivos

O BIM é uma metodologia que utiliza modelos digitais tridimensionais para integrar informações e processos ao longo do ciclo de vida da construção, desde a concepção até a manutenção. Um dos proveitos de seu uso é a visualização antecipada do projeto em um ambiente virtual. Os modelos criados permitem que arquitetos, engenheiros e demais profissionais envolvidos possam verificar como o sistema construtivo irá se comportar antes mesmo de ser construído. Essa prática ajuda a identificar potenciais problemas e a tomar decisões mais precisas, evitando retrabalhos e reduzindo custos. Para entender mais sobre o assunto, sugerimos a leitura do artigo: O QUE É BIM?

Fonte: Highways Today

A possibilidade de simulação e análise do desempenho do sistema é outro de seus benefícios. Com as informações contidas no BIM, é possível realizar simulações de comportamento térmico, acústico e estrutural. Isso permite identificar futuras adversidades, como pontes térmicas, excesso de ruído ou sobrecargas estruturais, antes que ocorram na realidade. Essa análise antecipada do desempenho contribui para a melhoria da qualidade da construção e para a garantia de conforto e segurança aos usuários.

Ademais, a metodologia permite uma maior integração e colaboração entre os diversos envolvidos. O BIM contém informações detalhadas sobre cada componente do sistema, incluindo suas características técnicas e requisitos de instalação. Elas podem ser compartilhadas e atualizadas em tempo real, permitindo uma melhor comunicação entre arquitetos, engenheiros, fornecedores e empreiteiros. Dessa forma, todos os profissionais têm acesso às mesmas informações, evitando erros de interpretação e garantindo a precisão na execução.

Além das utilidades mencionadas, o Building Information Modeling também facilita a gestão e manutenção dos sistemas construtivos. Com isso é possível criar um banco de dados completo e atualizado dos componentes, incluindo informações sobre manutenção, substituição e vida útil. Isso facilita a programação e o planejamento de atividades, evitando desperdícios e prolongando a vida útil dos sistemas.

Conclusão

Em conclusão, a utilização do BIM nos sistemas construtivos tem revolucionado a indústria da AEC, resultando em um aumento da eficiência e da precisão na obra, reduzindo retrabalhos e custos desnecessários. Também aumenta a melhoria da qualidade das construções, garantindo conforto, segurança e durabilidade aos usuários. A integração de informações e processos em um modelo digital tridimensional promove uma comunicação mais clara e efetiva entre os profissionais, evitando erros de interpretação e garantindo a consistência das informações.

No entanto, é importante ressaltar que a implementação efetiva da metodologia requer uma mudança de cultura e a capacitação dos profissionais envolvidos. É necessário investir em treinamentos para que todos possam aproveitar ao máximo as potencialidades oferecidas pelo BIM. E é fundamental estabelecer padrões e protocolos de trabalho, bem como garantir a interoperabilidade dos softwares utilizados.

Ainda que existam desafios a serem superados, é inegável que o uso do BIM nos sistemas construtivos representa um avanço significativo na forma como projetos são concebidos, executados e gerenciados. Ele promove a eficiência, a qualidade e a sustentabilidade na indústria da construção, impulsionando a inovação e a colaboração entre os profissionais. Portanto, é essencial que empresas e profissionais estejam dispostos a abraçar essa transformação e explorar todo o potencial que o BIM oferece, consolidando assim uma nova era na construção.

Categorias Arquitetos, Artigos, BIM, Softwares BIM Tags alvenaria, arquiteto, arquitetura, BIM, engenharia, engenheiro, estruturas de aço, sistemas construtivos, SpBIM, woodframe Deixe um comentário

Manual de Cadastro e Download do Trimble Connect

20 de outubro de 2022 Por Equipe SPBIM

Manual de Cadastro e Download do Trimble Connect

O Trimble connect é um serviço que possui o suporte para o trabalho colaborativo no BIM e permite a hospedagem em nuvem com possibilidades de trabalho simultâneo. Sendo mesmo desenvolvido e mantido pela empresa Trimble (Proprietária do Sketchup e Tekla Structure).

A Base do Trimble Connect veio da origem de um serviço denominado Gteam da Gehry Technologies. Fundada pelo arquiteto Frank Gehry no qual a empresa oferece diversas soluções de inovação de TI para projetos na indústria da construção civil.

A plataforma permite a colaboração e o compartilhamento entre os arquivos BIM 3D de diversos softwares que estão presente no mercado como : Revit, Archicad Sketchup e o Vectoworks, porém o software é capaz de ler arquivos no formato IFC e SKP, totalmente direcionado ao OPENBIM.

CADASTRO DE USUÁRIO NO SITE:

1.0. ACESSE O SITE

Para efetuar o cadastro acesso ao site clicando aqui.

Fonte: SpBIM

2.0. CRIE SUA CONTA

No canto direito, acesse a opção de Criar uma Trimble ID e em seguida Preencha com seus Dados

Fonte: SpBIM

Feito isso, você receberá um código no email cadastrado, copie o código e cole na campo indicado. Logo após será solicitado que se insira e confirme uma senha.

Fonte: SpBIM

Depois será solicitado que se insira o país, fuso horário e Idioma. Por último será solicitado detalhes do seu perfil.

Fonte: SpBIM

Após finalizar o cadastro, você irá acessar a plataforma, Clique nos botão com 9 quadradinhos no canto superior esquerdo, e selecione a opção Download Connect Apps***

Fonte: SpBIM

Selecione a opção de download do Trimble Connect for Windows clicando no botão 64-bit

Fonte: SpBIM

INSTALAÇÃO DO TRIMBLE CONNECT DESKTOP:

1.0. EXECUTE O INSTALADOR

Após efetuar o donwload, execute o instalador e prossiga com a instalação do Trimble Connect.
Possivelmente aparecerá uma tela semelhante a essa antes da instalação do software realmente. Em seguida clique em Install

Fonte: SpBIM

2.0. EFETUE A INSTALAÇÃO E CONCLUA

Em seguida após aparecer o instalador do software, clique em Next.
Em seguida aceite os temos de instalação clicando em “I accept…” e logo após em Next até que chegue finalize a instalação.

Fonte: SpBIM
Fonte: SpBIM

Agora clique em Finish, e a instalação estará finalizada.

 

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O BIM é uma ferramenta?

6 de outubro de 2022 Por SPBIM EQUIPE

O BIM é uma ferramenta?

O BIM é uma ferramenta?

 

Se você é do setor da construção civil, com toda certeza já deve ter ouvido falar ao menos uma vez sobre o termo BIM (Building Information Modeling) e suas associações aos diversos softwares BIM que juntos “operam milagres” em questão de planejamento e execução de projetos. Se você ainda está confuso e ainda se pergunta se afinal de contas “o BIM é uma ferramenta?” Nós, da SPBIM, vamos te esclarecer de vez a diferença de conceitos.

Após a aprovação e publicação oficial do Decreto BIM (2020), o assunto “BIM” ganhou o empurrão necessário para para se enraizar de vez na indústria da construção civil. Apesar de a aderência do BIM no Brasil ainda ser baixa, pois segundo o Governo Federal, apenas 5% do PIB da Construção Civil o adotam, o plano estratégico define a implementação completa do sistema BIM até 2028. O baixo apego à metodologia se deve principalmente pela falta de conhecimento do setor sobre seu funcionamento e ganhos, já reconhecidos perante o estado.

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Decreto BIM / Fonte: Diário Oficial

 

Mas afinal de contas, o que é o BIM? Ele é um conceito que abrange todo um sistema de trabalho que usa a modelagem para atrelar informações da construção a um exemplar digital. Em outras palavras, o BIM é o processo que prototipa a construção real em ambiente virtual, isso possibilita não só a representação mas também o domínio de todo o banco de informações multidisciplinares relativas ao ciclo de vida da construção.

Dito isso, é errado limitar o BIM ao termo ferramenta, pois se trata de uma metodologia muito maior que, além de definir diretrizes e regras para a modelagem, viabiliza padrões para processos e trabalhos similares à construção real. Portanto, usar um Software BIM não necessariamente te faz trabalhar em BIM, mas para usar essa metodologia, você sempre precisará de um Software BIM.

 

Por que o BIM não é só uma ferramenta?

Apesar dos modelos BIM serem construídos com auxílio de ferramentas BIM, elas por si só não garantem a fidelidade do modelo à construção real, pois a forma com que se usa a ferramenta pode corromper o modelo. Como dito anteriormente, já sabemos que o modelo BIM é um compilado de informações que referenciam a construção real do edifício, portanto, as negligências e uso incorreto da ferramenta inviabilizam que o modelo seja chamado de BIM.

Um exemplo mais claro seria pensar em um trabalho colaborativo de diferentes disciplinas tais como, luminotécnica e arquitetura. Supondo que toda a arquitetura foi modelada no Archicad seguindo todos os preceitos BIM, e que o projeto de luminotécnica foi feito em Revit, mas de forma negligente sem o uso de modelagem de elementos e utilizando apenas linhas e tramas de forma representativa. Quando o responsável pela compatibilização abrir os dois modelos, o projeto de luminotécnica não terá nenhuma informação agregada e, por mais que as representações tenham se originado em um software BIM, ele não seria um modelo BIM, pois a luminotécnica não foi realizada com os elementos corretos, nomenclaturas, padrões, etc.

 

Principais ferramentas BIM:

Agora que já sabem a diferença entre os conceitos, nós da SPBIM trouxemos um pequeno resumo para entendermos a diferença entre a representação genérica dos modelos em CAD dos modelos BIM. Estes últimos necessariamente contam com as seguintes características:

⦁ ferramentas específicas de modelagens tais como: parede, piso, portas, janelas, pilares, forro, escadas, rampas, telhados e componentes 3D (famílias/objetos);
⦁ Todo elemento inserido no modelo virtual poderá extrair informações de quantidades precisas como: dados de materiais e acabamentos, área, volume, perímetro, o código do produto, nome do fabricante ou até mesmo custos. As possibilidades são diversas;
⦁ Interoperabilidade (OpenBIM): todos os softwares BIM conversam entre si através de IFC’s que possibilitam o trabalho colaborativo.
⦁ Simultaneidade de vistas, ou seja, o modelo se auto ajusta em qualquer vista, independente da vista que ocorra a mudança. Por exemplo, ao mudar o guarda corpo de uma escada, o modelo inteiro atualizará todas as vistas daquele determinado elemento.

 

Para elucidar um pouco mais sobre o assunto e contextualizar vocês quanto ao mercado das ferramentas BIM, a SPBIM separou um top 3 das ferramentas BIM mais comentadas no mercado:

 

1 – REVIT

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MASP / Fonte: SPBIM

Desenvolvido pela Autodesk, o Revit é o software BIM (Building Information Modeling) mais utilizado no mundo. A ferramenta tem por escopo o desenvolvimento de modelos virtuais tridimensionais (3D) com informações paramétricas, ou seja, o Revit é uma plataforma para construção virtual (famoso modelo) baseado na construção real (o físico) que é utilizado para planejamento, projeto, construção e gerenciamento. Entretanto, cabe ressaltar a elevada curva de aprendizado da ferramenta, que é extensa se comparada a outras ferramentas disponíveis, como o seu principal concorrente, o Archicad.

 

2- ARCHICAD

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Fonte: SPBIM

O Archicad é um software BIM (Building Information Modeling) desenvolvido pela empresa Húngara Graphisoft. Com origem desenvolvida para arquitetos, o software proporciona soluções com ferramentas intuitivas voltadas à construção. O Archicad, de maneira única, une a construção e o desenvolvimento de um modelo virtual tridimensional (3D) com informações paramétricas dos elementos construtivos, ou seja, é uma simulação virtual da construção (famoso modelo) baseado na construção real (o físico) onde é possível extrair e utilizar de maneiras eficiente diversas informações do modelo, desde o planejamento, até o projeto, construção e gerenciamento.

 

3 – VECTORWORKS

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Fonte: Vectorworks

O Vectorworks é um software que surgiu no universo do CAD cujo foco era na plataforma IOS. Foi posteriormente lançado para Windows no qual tinha o nome de Mini CAD. Este software tinha como objetivo a criação e documentação de projetos e a primeira versão estável do software voltado para BIM veio em 2016. E hoje é um dos 3 melhores softwares BIM direcionados a arquitetura e tem algumas ferramentas que seus concorrentes não possuem, o que torna possível seu crescimento no mercado. Semelhante a softwares de modelagem orgânica, como Rhinoceros, o Vectorworks é um software com recursos para modelagem complexa, porém em BIM.

 

 

CONCLUSÃO:

Nós da SPBIM entendemos a associação das ferramentas BIM ao BIM em si. Tendo em vista a relação entre ambos, percebemos todo o aporte das ferramentas BIM como indispensáveis. Entretanto, achamos relevante salientar que apenas usar uma ferramenta BIM não te faz especialista BIM, pois o termo abrange um leque de assuntos mais amplos do que apenas baixar um software e sair modelando. Portanto, somos a favor da difusão completa sobre a metodologia BIM e fazemos questão de abrir a discussão do “BIM é uma ferramenta?” em todos os nossos cursos.

Ainda criamos um curso com foco em BIM, no qual tratamos o que é a metodologia, como ela funciona e até mesmo como implantá-la em diferentes nichos.

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SCRUM e o BIM

22 de novembro de 202230 de setembro de 2022 Por Julio Cesar Farias e Nicole Gusmão

Método SCRUM e o BIM

 

Um dos maiores desafios no desenvolvimento de projetos para construção é sua dinâmica de constantes alterações, mudanças que são consequência de decisões do cliente ou de profissionais de disciplinas complementares, causando atrasos de entrega, retrabalho, e geralmente gerando outros problemas a serem resolvidos dentro do projeto, neste artigo iremos falar sobre o uso do SCRUM e o BIM!

Como atingir os objetivos de cada entrega, manter o projeto andando, economizando tempo e dinheiro? Essa é a pergunta que diversos gerenciadores de projetos tentam responder. São diversos os métodos buscando alcançar esse equilíbrio, um deles é o SCRUM.

Antes de compreendermos o que é o método SCRUM precisamos entender sua origem, o método SCRUM é derivado dos métodos Agile que são métodos de trabalho pensados por programadores e desenvolvedores de aplicativos, onde ao invés de  tentar prever riscos se passam a abordar os riscos como oportunidades de lucro tirando vantagem do ambiente turbulento de obras.

Sendo assim, o método SCRUM consiste em substituir a noção de que os pré requisitos de um projeto são fixos com a de que eles são dinâmicos e que aparecem no decorrer do projeto e de sua execução, com isso ele se torna adaptado para a essa situação extremamente comum onde os clientes mudam de ideia e alteram o projeto, ou quando há uma incompatibilidade entre disciplinas, além de várias outras intercorrências.

Outra característica marcante do método é a de se trabalhar em “Sprints” que basicamente consistem em esforços de curto prazo extremamente focados em atingir uma única meta e produto. Geralmente esses “Sprints” são realizados a partir de uma base de dados chamada Product Backlog (Backlog do Produto) onde se encontram todas as funcionalidades desejadas para um produto, permitindo que os responsáveis pela equipe definam bem as prioridades para atender os “Sprints”.

Fonte: SpBIM

 

Uma característica muito marcante do método SCRUM é a de se elencar prioridades para tudo que será entregue no projeto, no sentido de não perder tempo realizando correções , ajustes e desenvolvendo características que têm baixo impacto ou importância para o cliente.

Este meio de trabalhar leva a priorização de aspectos que também são muito importantes para o cliente, mas por outro lado nem todos os itens elencados no escopo do projeto serão entregues , mas isso não quer dizer que o projeto se encontrará incompleto, no momento de sua criação o Backlog de Projeto tem contido em si inúmeros itens variando entre eles de itens essenciais para o projeto, itens que são mais desejáveis , aqueles que têm menor valor estratégico e até aqueles que provavelmente não serão executados por serem específicos demais ou por outros motivos, assim no modelo SCRUM o escopo do que será entregue se torna “estimado”.

 

Fonte: SpBIM

 

É crucial para a implementação dessa metodologia associada ao BIM envolver todas as partes interessadas, o cliente, os profissionais interdisciplinares, os orçamentistas, todos serão beneficiados. O “Scrum” não é o objetivo, mas um caminho para atender às necessidades dinâmicas de uma construção economizando tempo e evitando esforços inúteis.

Estar disposto a aprender sobre a metodologia e entender que isso levará tempo é parte do processo. Monitorar constantemente o trabalho da equipe impedindo que caminhos errados sejam trilhados vai evitar muitos problemas.

 

Fonte: SpBIM

 

Sabendo de todas essas informações, podemos traçar um paralelo entre o método Scrum e o BIM aplicando ele em nossa forma de modelar , dando prioridade em elementos essenciais, realizando “Sprints” para terminar partes do projeto necessárias naquele momento, que podem ser posteriormente evoluídas se necessário.

Um bom exemplo é a extração quantitativa de nossos modelos , não precisamos detalhar com altíssimo nível de precisão todos os elementos caso não sejam essenciais, dentre outras aplicações dele em vários processos BIM assim tornando nossos projetos e modelos mais eficientes e ágeis.

Categorias Artigos, BIM Tags arquitetura, BIM, BIMdicas, construção, MÉTODO, planejamento, SCRUM, SpBIM Deixe um comentário

Novidades do ARCHICAD 26! Vale apena atualizar?

21 de setembro de 2022 Por Julio Cesar Farias
Archicad 26

Novidades do ARCHICAD 26! Vale apena atualizar?

 

Archicad 26

 

O Archicad 26 já está disponível para uso e com isso trouxemos uma lista com todas as novidades dessa nova atualização para os usuários, continue lendo o artigo para ver o que mudou e se vale apena atualizar!

 

I. Melhora na organização dos atributos.

Como um bom software de BIM, o archicad nessa atualização foi introduzida a opção de criação de uma nova paleta, a paleta de atributos. A partir dela é possível acessar as ferramentas do Gestor de Atributos de maneira mais rápida e visual.

Fora a introdução dessa nova paleta, foi incrementada a opção de criação de pastas para a melhor organização desses atributos no Archicad, podendo separar as camadas de trabalho por temáticas e assuntos específicos. Além disso, junto com a opção de pastas, foi inserida uma barra de pesquisa, possibilitando a pesquisa de um elemento, sem ter a necessidade de rolar a tela para procurá-lo, tornando a navegação mais rápida e prática.

Novidades Archicad 26
Fonte: Archicad 26 Graphisoft.

 

Novidades Archicad 26
Fonte: Archicad 26 Graphisoft.

 

II. Aperfeiçoamento na organização do navegador

Assim como nas configurações de atributos, também foi inserida uma barra de busca no navegador de projetos, dando maior facilidade para encontrar as vistas desejadas, tornando novamente o fluxo de trabalho mais simples e rápido.

Novidades Archicad 26
Fonte: Archicad 26 Graphisoft.

 

III. Sobreposição de superfícies na ferramenta de abertura

Essa atualização permite criar uma sobreposição de superfície nas bordas da abertura. Exemplo: na criação de um nicho na parede, é possível agora escolher qual será a superfície interna da parede desse recorte. Nas versões anteriores isso não era possível, fazendo com que as faces do recorte possuíssem a mesma superfície da parede. Com isso, a documentação de aberturas foi otimizada, melhorando o processo até em projetos mais complicados.

Novidades Archicad 26
Fonte: Atuais opções de edição de abertura na versão 25. Imagem SPBIM.

 

Novidades Archicad 26
Fonte: Archicad 26 Graphisoft.

 

IV. Importação de múltiplas páginas de um arquivo PDF

O Archicad 26 vem com a função de importar mais de uma página de um arquivo PDF. Ao importar existe a opção de selecionar múltiplas páginas e importá-las juntas no arquivo.

Novidades Archicad 26
Fonte: Archicad 26 Graphisoft.

 

Novidades Archicad 26
Fonte: Archicad 26 Graphisoft.

 

V. LIBRARY PART MAKER

A extensão Library Part Maker agora vem inclusa com o Archicad 26 para assinantes da Graphisoft Forward e SSA. Essa é uma ferramenta que permite a criação de objetos GDL paramétricos sem a necessidade da utilização de códigos, dando maior liberdade para seus usuários.

 

VI. Maior customização dos objetos de armários de cozinha

Na versão 25 do Archicad, já haviam sido introduzidas grandes personalizações das bancadas, e na versão 26 elas foram mais exploradas, dando ainda mais liberdade de detalhamento desses objetos. Alguns exemplos são a moldura dos armários e gavetas e a opção de visualização de linhas de abertura de mobiliários a partir da OVM.

 

VII. Melhoria no comportamento da ferramenta de circunferências

Agora podemos fazer um deslocamento de círculos e elipses com cópia. Ao selecionar a forma desejada e selecionar a opção de alongamento é possível apertar “Ctrl” será criada a cópia alongada do arco inicial.

 

VIII. Melhoria na ferramenta COTA DE NÍVEL

A ferramenta está mais inteligente, podendo inserir múltiplas linhas de informação. Isso se torna interessante para a execução de cotas automáticas de Nível Acabado e Nível Osso, por exemplo.

 

IX. Otimização da ferramenta de sobreposição gráfica

Foi acrescentado um botão de criação de regra ao lado da opção das regras existentes, não precisando rolar a aba para chegar na opção “Criar Nova Regra”.

 

X. Aumento nas opções de textos de preenchimento automático.

XI. Aumento do catálogo de superfícies

 

ATUALIZAÇÕES REFERENTES AO TRABALHO CONJUNTO DE DIVERSOS PROFISSIONAIS, COMO:

 

XII. Maior precisão de elementos multisegmentados

Elementos como Vigas e Pilares possuem maior precisão no cálculo e na representação analítica.

Novidades Archicad 26
Fonte: Archicad 26 Graphisoft.

 

XIII. Aprimoramento do tradutor SAF

XIV. Cálculo de cargas acidentais automático

XV. Aumento da capacidade e melhorias na segurança do BIMCLOUD

XVI. Relatórios de sustentabilidade, com cálculos mais precisos sobre os gastos de energia do projeto

 

 

VEREDITO SPBIM:

De um modo geral, essa nova versão do Archicad é focada no aprimoramento. É notável a melhoria de navegação, organização de atributos, facilitação da utilização de ferramentas e melhor colaboração entre disciplinas de projeto. Visando uma otimização do fluxo de trabalho, tornando o processo mais rápido e prático.

Porém, como essa versão não vem com nenhuma grande atualização, como a criação de alguma nova ferramenta, surgiu o questionamento sobre as vantagens na migração das versões anteriores para o Archicad 26. Algumas reclamações dizem que essa versão é muito próxima a sua anterior, outras o comparam com os programas rivais como o Sketchup ou o Revit por exemplo onde as suas atualizações também trouxeram algumas melhorias, porém todos de maneira muito leve e não tão impactantes, geralmente é perceptível um avanço entre versões a cada 2 anos.

O lançamento do Archicad 26 criou essa divisão entre os usuários que gostaram das ferramentas de busca e organização e os que acham que essa não houve uma mudança grande o suficiente para merecer uma versão nova. Todo caso nós da SPBIM sempre alertamos a importância da constante atualização dos software para estar à frente da concorrência no mercado e de fato sempre obter a ferramenta mais moderna e atualizada possível, porém sabemos que é necessário realizar um investimento anual para isso.  Esse é um resumo das atualizações, e então, vale a pena a migração para o Archicad 26?

Categorias Artigos, Graphisoft, Softwares BIM Tags ArchiCAD, arquitetura, arquitetura bim, BIM, BIMdicas, bimparaarquitetos, SpBIM Deixe um comentário

Como CONFIGURAR LOTES no INFRAWORKS?

30 de outubro de 20236 de dezembro de 2021 Por Julio Cesar Farias

Como CONFIGURAR LOTES no INFRAWORKS?

 

O Infraworks é um software que permite gerar modelos 3D dando a liberdade de criar propostas de infraestrutura muito rapidamente, sendo concebido pela Autodesk para o setor de insfraestrutura urbana como um todo. Pertencendo a metodologia BIM, o Infraworks é mais utilizado nas fases de Planejamento e Concepção de Projeto. Este software é uma grande ferramenta para ajudar nos fluxos de trabalho BIM, permite opções de trabalho colaborativo em nuvem, automatizando os processos e colaboração com outras plataformas. Neste tutorial iremos mostrar de forma fácil e rápida como configurar lotes no infraworks, veja a seguir:

 

1.0. Importe o arquivo desejado

Depois de importado vamos clicar com o botão direito e clicar em configurar. Em Sistema de coordenadas selecione a UTM e clique em Fechar & Atualizar.

 

2.0. Configuração de exibição

Para configurar a exibição dele, vamos clicar em Paleta de Estilos.

 

3.0. Edição de estilo

Na janela que abriu, clique na aba Cobertura e no “mais” em Edição de estilo

 

4.0. Estilo do aterro

Na janela de edição que abriu vamos clicar para editar o Estilo do aterro

Como configurar lotes no infraworksspbim
Fonte: Autoria SPBIM

 

5.0. Aba Material

Na aba material, escolha Land Cover e escolha um material de sua escolha

 

6.0. Estilo do contorno

Da mesma forma faremos com Estilo do contorno. Nesse estilo é recomendável que se escolha uma cor sólida. Em largura do traçado mantenha como 0,25 metros.

Como configurar lotes no infraworksspbim
Fonte: Autoria SPBIM

 

7.0. Renomeie como LOTES

 

8.0. Estilo Criado

Clique em cima de um dos Lotes e em Estilo manual, clique em Mais estilos e clique no estilo criado.

 

9.0. Estilo dos LOTES

Clicando em vários lotes com o auxílio do Ctrl permite mudar o estilo de vários lotes ao mesmo tempo.

 

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Como usar o TRUVIEW?

19 de novembro de 202119 de novembro de 2021 Por Julio Cesar Farias
capa

Como usar o TRUVIEW?

 

Aprenda neste tutorial como usar o TRUVIEW de forma fácil e prática, veja a seguir:

1.0. Instalação

Instale o aplicativo TruView da Leica.

como usar o truview tutorial spbim imagem
Fonte: SPBIM | Arquitetura Digital

 

2.0. Inicie o aplicativo

Abra o aplicativo Truview após a instalações

como usar o truview tutorial spbim imagem
Fonte: SPBIM | Arquitetura Digital

 

3.0. Abra o arquivo

Abra o formato .LGS das nuvens do projeto

como usar o truview tutorial spbim imagem
Fonte: SPBIM | Arquitetura Digital

 

4.0. Escolha o .lgs

Basta escolher o .lgs e apertar no check

como usar o truview tutorial spbim imagem
Fonte: SPBIM | Arquitetura Digital

 

5.0. De um duplo clique para visualiza-lo em 360

A seguir aparecerá a planta com a localização dos pontos em vermelho indicando o ponto levantado, basta dar um duplo clique para visualiza-lo em 360

como usar o truview tutorial spbim imagem
Fonte: SPBIM | Arquitetura Digital

 

6.0. Para medir na imagem

Use o cursos do mouse para girar como em uma imagem 360º, você poderá utilizar a Measure Distance (M) para medir na imagem clicando em 2 pontos na imagem:

como usar o truview tutorial spbim imagem
Fonte: SPBIM | Arquitetura Digital

 

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Acesse os links abaixo para saber mais sobre NUVEM DE PONTOS:

ARTIGO: O que é NUVEM DE PONTOS?

VÍDEO: Como importar NUVEM DE PONTOS no REVIT?

 

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Como CRIAR BASE PARA O PROJETO DE DRENAGEM no Civil 3D?

25 de abril de 20234 de novembro de 2021 Por Julio Cesar Farias

Como CRIAR BASE PARA O PROJETO DE DRENAGEM no Civil 3D?

O AutoCAD Civil 3D ou Civil 3D é um software com base AutoCAD, que foi desenvolvido pela Autodesk. Ele contém todas as funcionalidades do AutoCAD, o Civil 3D possui ferramentas exclusivas que fornecem ao usuário a possibilidade de desenvolver, com maior facilidade, projetos nas áreas de transportes, SIG, meio ambiente, como análise de bacias hidrográficas e estudos hidráulicos e hidrológicos. Além de oferecer todo o suporte necessário para que o processo de BIM seja aplicado para diversos tipos de projetos de infraestrutura civil. Neste tutorial iremos te mostrar Como CRIAR BASE PARA O PROJETO DE DRENAGEM no Civil 3D, veja abaixo:

Para criar a base para o projeto de drenagem, usaremos somente o parcelamento do loteamento com o deslocamento (offset) para a calçada. (sem os alinhamentos, triangulação de superfície, etc).

1.0. Criaremos um novo arquivo do Civil 3D.

2.0. Com o atalho XF vamos copiar o arquivo do parcelamento.

Fonte: SpBim

3.0. Na Toolspace na seção Data Shortcuts, vamos clicar com o botão direito do mouse em SUPERFÍCIE DE PROJETO (criado anteriormente) e clicar em Create Reference. Essa ferramenta criará um link entre o arquivo de projeto atual e a superfície do projeto.

Fonte: SpBim

4.0. Na janela que abriu, clicamos em OK.

Fonte: SpBim

5.0. Da mesma forma faremos com a Superfície Natural. Clicaremos com o botão direto em cima dele e clicamos em Create Reference. E damos OK na janela que abrir.

Fonte: SpBim

Com essa ferramenta teremos agora uma superfície única para todos os outros que estavam anteriormente separados.

6.0. Em Alignments, ainda no Data Shortcuts, vamos criar agora as referências das ruas. Vamos clicar nos alinhamentos das ruas com o botão direito do mouse e clicar em Create Reference e fazer o mesmo processo para todas as ruas.

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Como CRIAR CAIXA DE AREIA no SketchUp?

18 de abril de 202315 de outubro de 2021 Por Julio Cesar Farias
CAPA 3

Como CRIAR CAIXA DE AREIA no SketchUp?

 

O SketchUp é um software CAD (Computer Aided Design/Desenho assistido por Computador) e simultaneamente BIM devido a sua capacidade de parametrizar as informações da geometria e a possibilidade de exportar em IFC (Requisito básico para um software ser considerado BIM), ou seja sua interface é totalmente num ambiente 3D. Ele possibilita a criação desde rafes (Projetos Gráficos – Croquis de Design) até projetos com precisão de forma fácil e tridimensionais como na Arquitetura e Design. Neste tutorial iremos mostrar Como CRIAR CAIXA DE AREIA no SketchUp!

 

1.0. A PARTIR DE CONTORNOS:

Selecione os contornos do desenho e em seguida clique na aba “Desenho” ,“Sandbox” e “A partir de contornos;

Ou selecione os contornos e clique na ferramenta “A partir de contornos”.

aixa-de-areia-no-sketchup-imagem-1-i

 

https://arquivos-spbim.s3.us-west-1.wasabisys.com/2021/10/c-a-contornos.mp4

2.0. A PARTIR DO ZERO:

Selecione os contornos do desenho e em seguida clique na aba “Desenho” ,“Sandbox” e “A partir de contornos;

Ou selecione os contornos e clique na ferramenta “A partir de contornos”.

ixa-de-areia-no-sketchup-imagem-2-ii
Fonte: SPBIM

 

https://arquivos-spbim.s3.us-west-1.wasabisys.com/2021/10/c-a-do-zero.mp4

 

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