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LOIN

Requisitos de Informação na Construção Civil: Aplicabilidade Prática no Contexto BIM

13 de janeiro de 2026 Por Equipe SPBIM

Requisitos de Informação na Construção Civil: Aplicabilidade Prática no Contexto BIM

Imagine estar no comando de um projeto milionário de infraestrutura, com prazos apertados, múltiplas disciplinas envolvidas e dezenas de decisões a serem tomadas diariamente. Agora, imagine tentar tomar essas decisões com base em dados incompletos, desencontrados ou desatualizados. Para muitos gestores de projetos na construção civil, essa é uma realidade constante: a ineficiência na troca de informações entre equipes é uma das principais causas de retrabalho, atrasos e custos não previstos.

Nesse contexto, o Building Information Modeling (BIM) surge como solução não apenas de modelagem tridimensional, mas como uma plataforma de integração e gestão de informação. No entanto, para que essa promessa se concretize, é imprescindível que as informações trocadas ao longo do ciclo de vida do projeto estejam estruturadas, organizadas e direcionadas aos objetivos reais do empreendimento.

É nesse ponto que entram os conceitos de PIR (Project Information Requirements), AIR (Asset Information Requirements) e LOIN (Level of Information Need). Este artigo apresenta de forma aplicada e fundamentada como esses conceitos se encaixam no fluxo BIM, ilustrando com exemplos práticos como sua implementação pode transformar a maneira como a informação é produzida, compartilhada e utilizada em projetos de construção. Para gestores de projetos, essa abordagem representa não apenas uma solução técnica, mas um caminho claro rumo à previsibilidade, à eficiência e ao controle pleno dos resultados esperados.

Fonte: CREA-SP

Conceito de Requisitos de Informação do Projeto (PIR)

Os Requisitos de Informação do Projeto (PIR) são definidos como as necessidades de informação durante a fase de projeto e construção de um empreendimento. De acordo com a ISO 19650-1 (2020), o PIR deve ser estruturado de modo a alinhar as expectativas do cliente com os entregáveis dos profissionais envolvidos no projeto. O PIR visa garantir que os modelos BIM contenham as informações certas, no momento certo, para apoiar a tomada de decisão.

Segundo EASTMAN et al. (2011), um dos maiores desafios do BIM é a definição clara de requisitos de informação para cada etapa do projeto. O PIR ajuda a mitigar este desafio por meio da formalização dessas necessidades.

Exemplo Prático:

Em um projeto de hospital, o cliente pode exigir que todas as portas automáticas sejam modeladas com informações detalhadas sobre acessibilidade, integração com sistemas de segurança e manutenção preventiva. O PIR, neste caso, definirá esses requisitos para que sejam considerados no modelo BIM desde o início da fase de projeto, usando ferramentas como Autodesk Revit e Archicad.

Requisitos de Informação do Ativo (AIR)

Os Requisitos de Informação do Ativo (AIR) têm como foco a fase de operação e manutenção do empreendimento. Conforme a ISO 19650-1, os AIR devem ser definidos pelo operador ou proprietário do ativo e devem guiar a coleta e a entrega de informações relevantes para a gestão eficiente do ativo após a conclusão da obra.

A norma britânica PAS 1192-3 (2014), predecessora da ISO 19650, enfatiza que os AIR devem permitir a continuidade da informação do projeto para o ciclo de vida do ativo, incluindo manutenção, substituição e operação.

Exemplo Prático:

No mesmo hospital, o AIR pode definir que todos os equipamentos mecânicos (HVAC, geradores, bombas) devem conter informações como datas de fabricação, vida útil, fornecedor, contratos de garantia e dados de manutenção. Essa informação pode ser organizada e integrada a softwares de gestão de ativos como Archibus ou Maximo, por meio do modelo BIM.

Requisitos de Informação de Troca (EIR)

O EIR (Exchange Information Requirements) é um documento que consolida os requisitos de informação tanto do projeto (PIR) quanto do ativo (AIR), sendo um instrumento essencial de comunicação entre o contratante e os fornecedores. Conforme a ISO 19650-1, o EIR deve ser preparado na fase inicial do projeto para guiar as entregas de informação ao longo de todo o ciclo de vida do ativo.

Fonte: SPBIM

O EIR atua como espinha dorsal para os processos BIM, definindo o que deve ser entregue, em qual formato, com que frequência e por quem.

Exemplo Prático:

Em um projeto de escola pública, o EIR pode exigir que os modelos BIM entregues em cada etapa estejam em formato IFC, contenham os parâmetros especificados para elementos críticos como sistemas de prevenção contra incêndios, e sejam revisados em reuniões quinzenais por todas as disciplinas. O EIR funciona como referência para que o Plano de Execução BIM (BEP) seja desenvolvido de forma alinhada com os objetivos do cliente.

Nível de Informação Necessário (LOIN)

O LOIN (Level of Information Need) é um conceito introduzido pela ISO 19650-2 (2018), substituindo a abordagem anterior centrada no LOD (Level of Development). O LOIN define o nível de informação exigido para cada elemento de informação, dividindo-o em três dimensões:

Geométrica: representação visual no modelo;

Alfanumérica: dados e propriedades do objeto;

Documental: arquivos e referências relacionadas ao objeto (manual, especificação, certificado, etc).

A União Europeia publicou o “Handbook for the introduction of Building Information Modelling by the European Public Sector” (EU BIM Task Group, 2017), destacando que o LOIN promove o uso racional de informações, evitando tanto a sobrecarga quanto a carência de dados.

Fonte: Catenda

 

Exemplo Prático:

Durante a fase de projeto de um edifício corporativo, uma luminária pode ter um LOIN baixo (representação geométrica genérica e poucos dados). Já na fase de detalhamento, a mesma luminária precisa atender a um LOIN mais alto, com geometria precisa, código de produto, potência, consumo, fabricante e manual de instalação.

Implementação dos Requisitos em uma Empresa da Construção Civil

Para aplicar PIR, AIR e LOIN de maneira eficiente, uma empresa pode seguir algumas etapas. Abaixo um checklist geral:

Definição de Objetivos de Informação

Com base nas necessidades do cliente, estruturar um Plano de Execução BIM (BEP).

  • Mapear entregáveis por etapa do ciclo de vida.

Desenvolvimento de Templates e Bibliotecas BIM

  • Criar famílias com atributos já definidos conforme AIR e PIR.

  • Estabelecer padronização de LOIN para cada fase (estudo preliminar, anteprojeto, executivo).

Integração entre plataformas

  • Uso de ferramentas como Solibri, BIMcollab ou Navisworks para verificação de requisitos.

  • Integração com CDE (Common Data Environment) como BIM 360, Trimble Connect ou Autodesk Construction Cloud (ACC) para centralizar e rastrear informações.

Treinamento e Governança da Informação

  • Capacitação da equipe nos conceitos da ISO 19650.

  • Nomeação de um coordenador de informações.

Desafios

Mudança de cultura organizacional: Equipes acostumadas a processos tradicionais tendem a resistir à adoção de novas metodologias baseadas em informação digital. Para mitigar esse desafio, é fundamental realizar treinamentos práticos, implementar pilotos e destacar resultados positivos.

Resistência à padronização: Projetistas e fornecedores muitas vezes preferem suas próprias formas de trabalho e modelagem, o que gera incoerência de dados. A ção recomendada é estabelecer diretrizes claras em um BEP (Plano de Execução BIM), validado em conjunto com as partes interessadas.

Integração entre softwares e formatos: A variedade de plataformas BIM pode causar dificuldades na troca de dados. Padronizar o uso de IFC (Industry Foundation Classes), promover revisões colaborativas com ferramentas de CDE e adotar workflows baseados em nuvem podem amenizar esse problema.

Vantagens

Redução de retrabalho: Com requisitos de informação bem definidos e integrados, evita-se a repetição de tarefas e correções de erros causados por dados mal interpretados ou ausentes. Isso se traduz em economia de tempo e recursos.

Tomada de decisão mais assertiva: A disponibilidade de informação confiável e estruturada em tempo real permite que gestores e projetistas tomem decisões fundamentadas, com menor margem de erro e maior previsibilidade dos impactos.

Manutenção preditiva eficiente: Ao atender aos AIR com dados completos sobre os ativos, a gestão de operação e manutenção pode ser feita de forma preditiva, reduzindo falhas, custos operacionais e aumentando a vida útil dos equipamentos e sistemas.

Conclusão

A aplicação dos conceitos de PIR, AIR, EIR e LOIN no processo BIM permite maior previsibilidade, segurança e organização na gestão da informação. Esses elementos são essenciais para garantir que todos os agentes envolvidos no ciclo de vida do empreendimento possam colaborar de forma eficiente. A clareza nas responsabilidades, bem como a padronização dos dados trocados, contribuem para a qualidade do produto final e para a sustentabilidade dos ativos ao longo de sua vida útil. A adoção de um modelo colaborativo baseado em informação estruturada é, portanto, o caminho para uma construção civil mais integrada, eficiente e digitalizada.

Categorias Artigos Tags AIR, Bibliotecas BIM, BIM, Conceito de Requisitos de Informação do Projeto, construção civil, Cultura Organizacional, EIR, Integração entre plataformas, LOIN, Nível de Informação Necessário, PIR, Requisitos, Requisitos de Informação de Troca, Requisitos de Informação do Ativo, SpBIM, Templates Deixe um comentário

Requisitos de Informação na Construção Civil: Aplicabilidade Prática no Contexto BIM

18 de novembro de 2025 Por Equipe SPBIM

Requisitos de Informação na Construção Civil: Aplicabilidade Prática no Contexto BIM

Introdução

Imagine estar no comando de um projeto milionário de infraestrutura, com prazos apertados, múltiplas disciplinas envolvidas e dezenas de decisões a serem tomadas diariamente. Agora, imagine tentar tomar essas decisões com base em dados incompletos, desencontrados ou desatualizados. Para muitos gestores de projetos na construção civil, essa é uma realidade constante: a ineficiência na troca de informações entre equipes é uma das principais causas de retrabalho, atrasos e custos não previstos.

Nesse contexto, o Building Information Modeling (BIM) surge como solução não apenas de modelagem tridimensional, mas como uma plataforma de integração e gestão de informação. No entanto, para que essa promessa se concretize, é imprescindível que as informações trocadas ao longo do ciclo de vida do projeto estejam estruturadas, organizadas e direcionadas aos objetivos reais do empreendimento.

É nesse ponto que entram os conceitos de PIR (Project Information Requirements), AIR (Asset Information Requirements) e LOIN (Level of Information Need). Este artigo apresenta de forma aplicada e fundamentada como esses conceitos se encaixam no fluxo BIM, ilustrando com exemplos práticos como sua implementação pode transformar a maneira como a informação é produzida, compartilhada e utilizada em projetos de construção. Para gestores de projetos, essa abordagem representa não apenas uma solução técnica, mas um caminho claro rumo à previsibilidade, à eficiência e ao controle pleno dos resultados esperados.

Fonte: CREA-SP

Conceito de Requisitos de Informação do Projeto (PIR)

Os Requisitos de Informação do Projeto (PIR) são definidos como as necessidades de informação durante a fase de projeto e construção de um empreendimento. De acordo com a ISO 19650-1 (2020), o PIR deve ser estruturado de modo a alinhar as expectativas do cliente com os entregáveis dos profissionais envolvidos no projeto. O PIR visa garantir que os modelos BIM contenham as informações certas, no momento certo, para apoiar a tomada de decisão.

Segundo EASTMAN et al. (2011), um dos maiores desafios do BIM é a definição clara de requisitos de informação para cada etapa do projeto. O PIR ajuda a mitigar este desafio por meio da formalização dessas necessidades.

Exemplo Prático:

Em um projeto de hospital, o cliente pode exigir que todas as portas automáticas sejam modeladas com informações detalhadas sobre acessibilidade, integração com sistemas de segurança e manutenção preventiva. O PIR, neste caso, definirá esses requisitos para que sejam considerados no modelo BIM desde o início da fase de projeto, usando ferramentas como Autodesk Revit e Archicad.

Requisitos de Informação do Ativo (AIR)

Os Requisitos de Informação do Ativo (AIR) têm como foco a fase de operação e manutenção do empreendimento. Conforme a ISO 19650-1, os AIR devem ser definidos pelo operador ou proprietário do ativo e devem guiar a coleta e a entrega de informações relevantes para a gestão eficiente do ativo após a conclusão da obra.

A norma britânica PAS 1192-3 (2014), predecessora da ISO 19650, enfatiza que os AIR devem permitir a continuidade da informação do projeto para o ciclo de vida do ativo, incluindo manutenção, substituição e operação.

Exemplo Prático:

No mesmo hospital, o AIR pode definir que todos os equipamentos mecânicos (HVAC, geradores, bombas) devem conter informações como datas de fabricação, vida útil, fornecedor, contratos de garantia e dados de manutenção. Essa informação pode ser organizada e integrada a softwares de gestão de ativos como Archibus ou Maximo, por meio do modelo BIM.

Requisitos de Informação de Troca (EIR)

O EIR (Exchange Information Requirements) é um documento que consolida os requisitos de informação tanto do projeto (PIR) quanto do ativo (AIR), sendo um instrumento essencial de comunicação entre o contratante e os fornecedores. Conforme a ISO 19650-1, o EIR deve ser preparado na fase inicial do projeto para guiar as entregas de informação ao longo de todo o ciclo de vida do ativo.

Fonte: SPBIM

O EIR atua como espinha dorsal para os processos BIM, definindo o que deve ser entregue, em qual formato, com que frequência e por quem.

Exemplo Prático:

Em um projeto de escola pública, o EIR pode exigir que os modelos BIM entregues em cada etapa estejam em formato IFC, contenham os parâmetros especificados para elementos críticos como sistemas de prevenção contra incêndios, e sejam revisados em reuniões quinzenais por todas as disciplinas. O EIR funciona como referência para que o Plano de Execução BIM (BEP) seja desenvolvido de forma alinhada com os objetivos do cliente.

Nível de Informação Necessário (LOIN)

O LOIN (Level of Information Need) é um conceito introduzido pela ISO 19650-2 (2018), substituindo a abordagem anterior centrada no LOD (Level of Development). O LOIN define o nível de informação exigido para cada elemento de informação, dividindo-o em três dimensões:

Geométrica: representação visual no modelo;

Alfanumérica: dados e propriedades do objeto;

Documental: arquivos e referências relacionadas ao objeto (manual, especificação, certificado, etc).

A União Europeia publicou o “Handbook for the introduction of Building Information Modelling by the European Public Sector” (EU BIM Task Group, 2017), destacando que o LOIN promove o uso racional de informações, evitando tanto a sobrecarga quanto a carência de dados.

Fonte: Catenda

Exemplo Prático:

Durante a fase de projeto de um edifício corporativo, uma luminária pode ter um LOIN baixo (representação geométrica genérica e poucos dados). Já na fase de detalhamento, a mesma luminária precisa atender a um LOIN mais alto, com geometria precisa, código de produto, potência, consumo, fabricante e manual de instalação.

Implementação dos Requisitos em uma Empresa da Construção Civil

Para aplicar PIR, AIR e LOIN de maneira eficiente, uma empresa pode seguir algumas etapas. Abaixo um checklist geral:

Definição de Objetivos de Informação

Com base nas necessidades do cliente, estruturar um Plano de Execução BIM (BEP).

  • Mapear entregáveis por etapa do ciclo de vida.

Desenvolvimento de Templates e Bibliotecas BIM

  • Criar famílias com atributos já definidos conforme AIR e PIR.

  • Estabelecer padronização de LOIN para cada fase (estudo preliminar, anteprojeto, executivo).

Integração entre plataformas

  • Uso de ferramentas como Solibri, BIMcollab ou Navisworks para verificação de requisitos.

  • Integração com CDE (Common Data Environment) como BIM 360, Trimble Connect ou Autodesk Construction Cloud (ACC) para centralizar e rastrear informações.

Treinamento e Governança da Informação

  • Capacitação da equipe nos conceitos da ISO 19650.

  • Nomeação de um coordenador de informações.

Desafios

Mudança de cultura organizacional: Equipes acostumadas a processos tradicionais tendem a resistir à adoção de novas metodologias baseadas em informação digital. Para mitigar esse desafio, é fundamental realizar treinamentos práticos, implementar pilotos e destacar resultados positivos.

Resistência à padronização: Projetistas e fornecedores muitas vezes preferem suas próprias formas de trabalho e modelagem, o que gera incoerência de dados. A ção recomendada é estabelecer diretrizes claras em um BEP (Plano de Execução BIM), validado em conjunto com as partes interessadas.

Integração entre softwares e formatos: A variedade de plataformas BIM pode causar dificuldades na troca de dados. Padronizar o uso de IFC (Industry Foundation Classes), promover revisões colaborativas com ferramentas de CDE e adotar workflows baseados em nuvem podem amenizar esse problema.

Vantagens

Redução de retrabalho: Com requisitos de informação bem definidos e integrados, evita-se a repetição de tarefas e correções de erros causados por dados mal interpretados ou ausentes. Isso se traduz em economia de tempo e recursos.

Tomada de decisão mais assertiva: A disponibilidade de informação confiável e estruturada em tempo real permite que gestores e projetistas tomem decisões fundamentadas, com menor margem de erro e maior previsibilidade dos impactos.

Manutenção preditiva eficiente: Ao atender aos AIR com dados completos sobre os ativos, a gestão de operação e manutenção pode ser feita de forma preditiva, reduzindo falhas, custos operacionais e aumentando a vida útil dos equipamentos e sistemas.

Conclusão

A aplicação dos conceitos de PIR, AIR, EIR e LOIN no processo BIM permite maior previsibilidade, segurança e organização na gestão da informação. Esses elementos são essenciais para garantir que todos os agentes envolvidos no ciclo de vida do empreendimento possam colaborar de forma eficiente. A clareza nas responsabilidades, bem como a padronização dos dados trocados, contribuem para a qualidade do produto final e para a sustentabilidade dos ativos ao longo de sua vida útil. A adoçção de um modelo colaborativo baseado em informação estruturada é, portanto, o caminho para uma construção civil mais integrada, eficiente e digitalizada.

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LOIN no BIM: Como Definir o Nível de Informação Necessário em Cada Fase do Projeto

9 de setembro de 2025 Por Equipe SPBIM

LOIN no BIM: Como Definir o Nível de Informação Necessário em Cada Fase do Projeto

O uso da metodologia BIM (Building Information Modeling) tem revolucionado o setor da construção civil ao permitir uma abordagem mais integrada e eficiente na gestão de projetos. Um dos conceitos fundamentais para garantir a eficácia dessa metodologia é o LOIN – Level of Information Need (Nível de Necessidade de Informação). Definir corretamente o LOIN em cada fase do projeto é essencial para assegurar que o modelo BIM contenha apenas as informações necessárias, otimizando recursos, reduzindo retrabalhos e favorecendo a tomada de decisões ao longo do ciclo de vida do empreendimento.

Fonte: BibLuz

O que é LOIN e sua importância no BIM

O LOIN é um conceito que substitui e amplia os antigos níveis de desenvolvimento (LOD), ao considerar não apenas a geometria dos elementos, mas também os dados não gráficos e os requisitos de documentação. Essa abordagem mais holística busca garantir que o modelo BIM atenda de forma precisa às necessidades informacionais de cada fase do projeto, evitando tanto a falta quanto o excesso de informações. Isso é fundamental para a boa comunicação entre os agentes envolvidos e para o cumprimento dos prazos e orçamentos estabelecidos.

A definição do LOIN deve considerar três dimensões: a geometria (detalhamento visual dos elementos), a alfanumérica (dados e atributos vinculados aos objetos do modelo) e a documental (especificações, manuais e outros arquivos relacionados). Cada uma dessas dimensões pode ter níveis distintos dependendo da fase do projeto — estudo preliminar, projeto executivo, construção ou operação. Assim, um modelo em fase inicial pode ter volumes baixos de informação geométrica, mas já conter dados estratégicos sobre uso do solo ou restrições legais.

Outro ponto essencial é que o LOIN deve ser definido com base em requisitos específicos do cliente, das legislações locais e dos objetivos do projeto. Para isso, é comum o uso de planos de execução BIM (BEP – BIM Execution Plan), onde são estabelecidos claramente os usos do BIM e os níveis de informação necessários em cada etapa. Essa prática garante que todos os envolvidos estejam alinhados quanto às expectativas e responsabilidades informacionais.

Fonte: Varminect

LOIN em diferentes fases do projeto

Durante as fases iniciais, como o estudo de viabilidade e anteprojeto, o LOIN costuma ser mais baixo, pois o foco está na análise conceitual e na tomada de decisões estratégicas. Nessa etapa, o modelo precisa apenas representar volumes básicos, áreas e dados preliminares que ajudem na definição do escopo e orçamento inicial. Informações mais detalhadas seriam desnecessárias e podem até atrapalhar o processo.

Já na fase de projeto executivo e detalhamento, o LOIN aumenta significativamente, sendo necessário representar com precisão os componentes construtivos, seus materiais, quantidades e especificações técnicas. As informações alfanuméricas e documentais tornam-se cruciais para garantir que a obra seja executada conforme o previsto e dentro dos padrões de qualidade exigidos.

Fonte: BibLuz

Benefícios de uma gestão eficaz do LOIN

Uma gestão eficaz do LOIN ao longo das fases do projeto proporciona maior controle sobre o fluxo de informações, promovendo a interoperabilidade entre diferentes softwares e equipes. Isso reduz falhas de comunicação, conflitos de projeto e desperdícios durante a construção, além de permitir análises mais precisas de custo, tempo e desempenho.

Além disso, um LOIN bem planejado facilita a transição do modelo para a fase de operação e manutenção do edifício, com dados relevantes para o gerenciamento do ativo ao longo de sua vida útil. Isso reforça a importância de pensar o BIM não apenas como uma ferramenta de projeto, mas como uma estratégia de gestão integrada de todo o ciclo de vida da construção.

Fonte: Pentagon Solutions

Conclusão

Definir corretamente o LOIN em cada fase do projeto é um passo fundamental para o sucesso da implementação do BIM. Essa definição permite entregar modelos com a quantidade certa de informação, na hora certa, para os profissionais certos. Com isso, a metodologia BIM se consolida como uma aliada poderosa na busca por maior eficiência, qualidade e sustentabilidade no setor da construção civil.

Categorias Artigos Tags BIM, Fase do Projeto, gestão eficaz, LOIN, Nível de Informação Deixe um comentário

LOI vs. LOIN: Entenda as Diferenças Essenciais e Como Aplicá-las no BIM

30 de abril de 20254 de março de 2025 Por Equipe SPBIM

LOI vs. LOIN: Entenda as Diferenças Essenciais e Como Aplicá-las no BIM

 

No contexto da modelagem da informação da construção (BIM), a gestão eficaz das informações ao longo de todo o ciclo de vida do projeto é fundamental para o sucesso. Dentro desse processo, os conceitos de LOI (Level of Information) e LOIN (Level of Information Need) desempenham um papel crucial na definição e no compartilhamento de dados. Embora ambos os termos se referem à informação, cada um aborda um aspecto distinto dessa gestão: o LOI foca no nível de detalhamento das informações no modelo, enquanto o LOIN se concentra nas necessidades específicas de informação de cada stakeholder. Compreender as diferenças entre esses dois conceitos é essencial para garantir uma comunicação eficiente, uma coordenação precisa e uma tomada de decisão fundamentada no BIM.

O uso adequado do LOI e LOIN não só melhora a qualidade da informação gerada e compartilhada, mas também otimiza os processos de construção, reduzindo erros e retrabalhos. A aplicação desses conceitos no BIM exige uma compreensão clara das necessidades de cada fase do projeto, além da capacidade de determinar que tipo de dado deve ser coletado, como deve ser apresentado e quando deve ser disponibilizado. Este artigo explora as diferenças essenciais entre LOI e LOIN, destacando como cada um pode ser aplicado de maneira eficaz no BIM, ajudando equipes de projeto a atender às exigências de informação de maneira eficiente e alinhada às necessidades de todos os envolvidos.

Fonte: SPBIM

 

O Conceito de LOI (Level of Information)

O conceito de LOI (Level of Information) no contexto do Building Information Modeling (BIM) refere-se ao nível de detalhamento e informações que devem ser atribuídos aos elementos do modelo ao longo de seu ciclo de vida. O LOI define a profundidade e a qualidade da informação que cada componente do projeto precisa ter para atender às exigências dos stakeholders. Seu principal objetivo é garantir que o modelo de informações esteja adequado para a tomada de decisões em cada fase do projeto, fornecendo dados úteis e precisos sem sobrecarregar o modelo com informações excessivas ou irrelevantes. Dessa forma, o LOI assegura que as partes envolvidas no processo de construção, como arquitetos, engenheiros e construtores, tenham acesso às informações essenciais para suas atividades.

O LOI estabelece o nível de detalhamento das informações de maneira escalonada, com base nas necessidades do projeto em cada etapa. Por exemplo, em um estágio inicial de planejamento, o modelo pode conter informações gerais, como dimensões e localização dos elementos, enquanto, em fases posteriores de execução, o modelo requer detalhes mais específicos, como materiais, quantidades e propriedades técnicas dos componentes. Essa abordagem permite que o modelo BIM seja progressivamente enriquecido com dados à medida que o projeto avança, garantindo que as informações sejam úteis e aplicáveis conforme as demandas de cada fase. A definição clara do LOI ajuda a evitar a inclusão de dados desnecessários que podem gerar sobrecarga no modelo e dificultar o fluxo de trabalho.

 

Fonte:  BIM Barcelona

 

 

O LOI pode ser aplicado de diferentes maneiras em cada fase do ciclo de vida de um projeto. Durante o planejamento, por exemplo, o LOI pode ser mais genérico, com informações voltadas para o escopo do projeto e os principais requisitos. À medida que o projeto avança para a execução, o LOI se torna mais detalhado, com especificações de materiais, sistemas construtivos e métodos de instalação. Já na fase de manutenção, o LOI precisa fornecer dados completos sobre a operação e manutenção dos sistemas, incluindo informações sobre desempenho, ciclos de vida dos materiais e orientações para intervenções futuras. A aplicação do LOI em cada uma dessas fases garante que as equipes possuam as informações adequadas para suas funções, reduzindo falhas e melhorando a precisão no processo de construção e operação.

Fonte: BuildEXT / Informações sobre um elemento HVAC no modelo da piscina Sárospatak

 

O que é LOIN (Level of Information Need)

O conceito de LOIN (Level of Information Need) no contexto do Building Information Modeling (BIM) refere-se à necessidade de informações específicas para diferentes stakeholders ao longo do ciclo de vida de um projeto. Enquanto o LOI determina o nível de detalhamento das informações de um modelo, o LOIN se concentra nas necessidades de cada parte envolvida no projeto, como arquitetos, engenheiros, construtores e operadores. O LOIN é um critério essencial para garantir que as informações que são geradas, compartilhadas e utilizadas sejam as mais relevantes para cada usuário em cada fase do projeto, ajudando a evitar a criação de dados desnecessários ou o compartilhamento de informações irrelevantes.

A principal diferença entre LOIN e LOI é que, enquanto o LOI lida com o detalhamento da informação no modelo, o LOIN aborda as necessidades de informação específicas de cada stakeholder. O LOI está focado em como as informações são representadas no modelo, especificando o nível de detalhamento necessário para cada elemento, enquanto o LOIN determina que tipo de informação cada parte do projeto precisa em momentos específicos. Por exemplo, um engenheiro pode precisar de detalhes técnicos e dimensionais de um componente, enquanto um gerente de projeto pode se concentrar mais em dados relacionados a cronogramas e orçamentos. A distinção entre essas duas abordagens é fundamental para evitar a sobrecarga de dados e garantir que o modelo seja útil de maneira eficaz para todos os envolvidos. O papel do LOIN é garantir que a informação certa seja fornecida para a pessoa certa, no momento certo, de acordo com suas necessidades específicas.

Fontes: BibLuz

 

Diferenças Entre LOI e LOIN

Em um projeto de construção, o LOI pode ser exemplificado nas diferentes fases de desenvolvimento. No início, o LOI é mais geral, contendo informações básicas, como as dimensões do edifício e sua localização no terreno, o que permite à equipe começar a planejar o layout e a obtenção das licenças necessárias. À medida que o projeto avança para a execução, o LOI se torna mais detalhado, incluindo dados sobre os materiais a serem usados, os métodos construtivos e as propriedades técnicas dos componentes, como a resistência dos materiais e as especificações de desempenho. Por outro lado, o LOIN no mesmo projeto assegura que as informações sejam compartilhadas adequadamente entre as equipes. No começo, o arquiteto tem acesso a informações detalhadas sobre o layout e o design, possibilitando o desenvolvimento do projeto visual e funcional. Nas fases subsequentes, o engenheiro estrutural recebe as informações técnicas necessárias, como cálculos estruturais e características específicas dos materiais. Assim, o LOI garante que o modelo contenha a precisão e os dados adequados a cada fase, enquanto o LOIN assegura que as informações sejam distribuídas de forma eficiente entre os profissionais envolvidos, otimizando a colaboração e o fluxo de trabalho no projeto.

Fontes: SPBIM

Conclusão 

A integração eficaz de LOI (Level of Information) e LOIN (Level of Information Need) é fundamental para garantir uma gestão de informações eficiente em projetos BIM. Enquanto o LOI define o nível de detalhamento das informações no modelo, o LOIN determina as necessidades específicas de cada stakeholder, assegurando que a informação certa seja disponibilizada no momento certo. A combinação de ambos permite otimizar o fluxo de dados, evitando sobrecarga de informações e garantindo que todos os envolvidos no projeto tenham acesso às informações relevantes de maneira precisa e no momento adequado. Essa integração não apenas melhora a qualidade e a precisão das informações, mas também reforça a colaboração entre os stakeholders, criando um ambiente de trabalho mais ágil e eficiente. Com uma comunicação bem estruturada e o uso adequado de LOI e LOIN, os projetos BIM têm mais chances de ser bem-sucedidos, com menos erros, custos e atrasos, promovendo uma gestão de informações integrada e eficaz ao longo de todo o ciclo de vida do projeto.

Categorias Artigos Tags BIM, LOI, LOIN, necessidades específicas, nível de detalhamento Deixe um comentário

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