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Inovação

Pontos fortes para ter o BIM na sua empresa

2 de dezembro de 2025 Por Equipe SPBIM

Pontos fortes para ter o BIM na sua empresa


A adoção do Building Information Modeling (BIM) nas empresas do setor da construção civil representa uma mudança estratégica que transforma processos, melhora a colaboração entre equipes e eleva significativamente a qualidade dos projetos. Ao integrar informações, pessoas e tecnologias em um único ambiente digital, o BIM oferece vantagens competitivas que impactam diretamente os resultados e a sustentabilidade dos negócios.

Fonte: SPBIM

Melhoria da eficiência e redução de retrabalhos

A implementação do BIM permite que todas as fases de um projeto — da concepção à execução — sejam integradas em um modelo digital centralizado. Isso reduz falhas de comunicação, padroniza fluxos e possibilita que toda a equipe acesse informações atualizadas em tempo real. Como consequência, minimizam-se erros que normalmente surgem em processos fragmentados.

Outro ponto decisivo é a capacidade do BIM de identificar incompatibilidades automaticamente por meio de ferramentas de detecção de conflitos (clash detection). Com isso, problemas que antes só eram percebidos no canteiro de obras são antecipados ainda na fase de projeto, evitando ajustes caros e atrasos no cronograma. A previsibilidade aumenta e a empresa passa a operar de forma mais eficiente.

Além disso, a automatização de tarefas como quantificação de materiais e geração de documentos reduz o tempo dedicado a atividades repetitivas. Isso libera os profissionais para se concentrarem em análises e decisões mais estratégicas. A soma desses fatores se torna um importante diferencial competitivo, especialmente em mercados que exigem agilidade e precisão.

Fonte: Genyo

Maior qualidade e precisão das informações

O BIM permite criar modelos extremamente detalhados e ricos em dados, o que melhora a precisão dos projetos. Cada elemento do modelo contém informações específicas, desde dimensões até especificações técnicas, resultando em um projeto mais confiável e realista. Essa precisão contribui para decisões mais assertivas e reduz o risco de falhas na execução.

Outro benefício é a facilidade de atualização das informações. Qualquer alteração feita no modelo se reflete automaticamente nos documentos relacionados, garantindo que todos trabalhem sempre com a versão mais recente. Isso evita inconsistências e aumenta a confiança no processo produtivo.

Fonte: Estratégia para ação

Aumento da competitividade e inovação

Empresas que utilizam BIM se destacam no mercado pela capacidade de entregar projetos mais eficientes, sustentáveis e econômicos. Essa vantagem é especialmente relevante em contratos públicos e grandes empreendimentos, onde o BIM já é um requisito comum. Assim, investir na metodologia amplia as oportunidades de negócios e melhora a imagem da empresa perante clientes e parceiros.

Além disso, o BIM estimula a inovação, pois integra tecnologias emergentes como realidade virtual, análise de dados e simulações avançadas. Isso permite apresentar projetos de forma mais clara e interativa, melhorar o planejamento e enriquecer a experiência do cliente. A empresa se torna mais moderna e preparada para os desafios futuros do setor.

Fonte: ABQualidade

Conclusão


Adotar o BIM na empresa é um passo fundamental para alcançar maior produtividade, qualidade e inovação. Suas ferramentas e processos integrados proporcionam ganhos que vão desde a redução de custos até o fortalecimento da competitividade no mercado. Assim, o BIM não é apenas uma tendência tecnológica, mas uma estratégia essencial para empresas que desejam crescer e se manter relevantes na construção civil.

Categorias Artigos Tags BIM, empresa, Inovação, Pontos fortes, precisão das informações, Qualidade, retrabalhos Deixe um comentário

A Força Humana por Trás dos Processos de Inovação

3 de julho de 2025 Por Equipe SPBIM

A Força Humana por Trás dos Processos de Inovação

A inovação é frequentemente associada a tecnologia, algoritmos e avanços científicos, mas por trás de cada descoberta transformadora está a ação decisiva do ser humano. São as ideias, a criatividade e a resiliência das pessoas que tornam possível transformar uma necessidade em solução, uma teoria em prática, ou um sonho em realidade. Reconhecer essa força humana é essencial para compreender o verdadeiro motor por trás do progresso.

Fonte: FIA

Criatividade e Intuição: Elementos Humanos Essenciais

A criatividade é o ponto de partida da inovação. Diferente de processos automatizados, a mente humana é capaz de conectar ideias aparentemente desconexas, gerar soluções originais e imaginar cenários futuros com uma complexidade que ainda escapa às máquinas. Grandes invenções e transformações empresariais nasceram de momentos de inspiração que só o ser humano pode proporcionar.

Além da criatividade, a intuição desempenha um papel fundamental. Inovadores frequentemente tomam decisões com base em percepções subjetivas, experiências acumuladas e sentimentos difíceis de explicar racionalmente. Essa intuição — que resulta de vivências humanas únicas — pode indicar o caminho certo mesmo quando os dados ainda não apontam uma direção clara, sendo essencial especialmente em cenários incertos.

A combinação entre criatividade e intuição cria o terreno fértil para a experimentação e o aprendizado. Equipes motivadas e emocionalmente envolvidas com seus projetos são capazes de aprender com erros, adaptar estratégias e insistir em soluções mesmo diante de fracassos. Essa capacidade humana de resiliência é o que mantém a inovação em movimento.

Fonte: Portal do Conhecimento

Colaboração e Diversidade de Pensamento

Inovar raramente é um ato solitário. As maiores inovações surgem da colaboração entre pessoas com diferentes visões de mundo, formações e experiências. A diversidade de pensamento gera conflitos criativos que desafiam ideias estabelecidas e impulsionam a busca por alternativas mais eficazes.

Ambientes colaborativos e inclusivos favorecem a troca de conhecimentos e promovem a empatia entre os membros das equipes. Isso resulta não apenas em soluções mais completas e eficazes, mas também em um ambiente mais propício à inovação contínua, onde o aprendizado coletivo supera a genialidade individual.

Fonte: tech6group

Liderança Inspiradora e Cultura de Inovação

A liderança tem papel central na promoção da inovação. Líderes que inspiram, escutam e incentivam a autonomia são capazes de criar uma cultura que valoriza o erro como parte do processo criativo e reconhece o esforço humano por trás de cada tentativa de melhoria.

Além disso, uma cultura organizacional voltada à inovação depende da valorização do capital humano. Investir no desenvolvimento das pessoas, promover o bem-estar e estimular o protagonismo são estratégias fundamentais para garantir que a força humana continue sendo o motor propulsor da inovação.

Fonte: rockcontent

BIM na Inovação

A aplicação do BIM (Modelagem da Informação da Construção) é um exemplo claro de como a inovação tecnológica depende fortemente da força humana para gerar valor real. Embora o BIM ofereça recursos avançados para planejamento, execução e gestão de obras, sua eficácia está diretamente ligada à capacidade das equipes de interpretar dados, tomar decisões estratégicas e colaborar de forma multidisciplinar. Profissionais de arquitetura, engenharia e construção precisam integrar conhecimentos técnicos, criatividade e comunicação eficiente para transformar os modelos digitais em projetos viáveis e sustentáveis. Assim, o BIM não substitui o fator humano — ele o potencializa, tornando mais evidente o papel das pessoas como agentes fundamentais da inovação no setor da construção civil.

Fonte: ipnews

Conclusão

Embora a tecnologia avance em ritmo acelerado, é o ser humano que permanece no centro dos processos de inovação. Sua criatividade, sensibilidade, capacidade de colaborar e liderar são os elementos que tornam possível imaginar e construir o novo. Reconhecer e valorizar essa força é essencial para que a inovação continue sendo uma ferramenta a serviço do progresso humano e social.

Categorias Artigos Tags BIM, Criatividade, cultura, Força Humana, Inovação, Intuição, Liderança, SpBIM Deixe um comentário

Manutenção predial inteligente: Tecnologia e inovação nas operações

8 de maio de 2025 Por Equipe SPBIM

Manutenção predial inteligente: Tecnologia e inovação nas operações

 

A manutenção predial sempre foi um componente crucial para garantir a segurança, funcionalidade e longevidade de edificações. No entanto, com o avanço tecnológico e a digitalização de processos, essa atividade deixou de ser meramente corretiva ou preventiva e passou a incorporar inteligência, conectividade e análise de dados. A chamada manutenção predial inteligente é um novo paradigma que transforma a forma como os edifícios são monitorados, operados e mantidos.

Manutenção predial inteligente refere-se à aplicação de tecnologias como Internet das Coisas (IoT), Inteligência Artificial (IA), automação e Big Data para otimizar as operações de manutenção em edifícios. Essa abordagem integra sensores, plataformas digitais e sistemas automatizados capazes de coletar, processar e interpretar dados em tempo real, permitindo decisões mais assertivas, rápidas e econômicas.

Fonte: Jornal do Brasil 

Tecnologias aplicadas nas operações

1. Sensores e IoT

Sensores conectados à internet monitoram continuamente variáveis como temperatura, umidade, vibrações, consumo de energia e condições de equipamentos. Eles permitem a detecção precoce de anomalias e a ativação de alertas automáticos, reduzindo riscos de falhas inesperadas.

2. Plataformas de gestão em nuvem

Soluções em nuvem reúnem dados de diversas fontes e oferecem uma visão centralizada das condições do edifício. Com acesso remoto, gestores podem acompanhar o desempenho dos sistemas prediais e programar manutenções com base em dados reais e não apenas em cronogramas fixos.

Fonte: Suporte Condomínio

3. Inteligência Artificial e Machine Learning

Com o uso de IA e aprendizado de máquina, os sistemas conseguem identificar padrões, prever falhas futuras e recomendar ações corretivas com alto grau de precisão. Isso muda o foco da manutenção reativa para uma manutenção preditiva, mais eficiente e menos onerosa.

4. Realidade aumentada e realidade virtual

Técnicos de manutenção já utilizam óculos de realidade aumentada para visualizar informações técnicas de equipamentos em tempo real, orientações de reparos e até suporte remoto de especialistas. Isso reduz erros e o tempo de execução dos serviços.

Fonte: Sindiconet

5. Drones e robótica

Inspeções em áreas de difícil acesso, como fachadas e coberturas, podem ser feitas com drones equipados com câmeras térmicas e sensores de alta resolução. Já robôs podem realizar tarefas de limpeza e monitoramento em ambientes controlados.

Benefícios da manutenção inteligente

A adoção de tecnologias inteligentes na manutenção predial vem transformando significativamente a rotina operacional dos edifícios. Com a integração de sensores, sistemas automatizados e análise de dados em tempo real, é possível prever falhas, otimizar recursos e agir com maior precisão. Essa modernização permite que a manutenção deixe de ser apenas corretiva e passe a ser estratégica, influenciando diretamente na eficiência dos processos e no desempenho geral das instalações.

Entre os principais benefícios dessa abordagem estão a redução de custos operacionais e de consumo energético, além do aumento da vida útil dos ativos. A minimização do tempo de inatividade dos sistemas e a tomada de decisões com base em dados confiáveis elevam o nível de controle e planejamento. Outro ponto relevante é a conformidade com normas técnicas e regulamentações, que se torna mais fácil com o uso de sistemas integrados. Esses fatores, somados à valorização do imóvel e à melhoria na experiência dos usuários, tornam a manutenção inteligente um investimento essencial na gestão moderna de edificações.

Fonte:Araujo Abreu

BIM como aliado estratégico da manutenção predial inteligente

A Modelagem da Informação da Construção (BIM) surge como um componente essencial para potencializar os resultados da manutenção predial inteligente. Com o BIM, é possível centralizar informações detalhadas sobre todos os elementos construtivos e sistemas de um edifício em um modelo digital tridimensional e dinâmico.

Durante a fase de operação de um edifício, o uso do BIM (Modelagem da Informação da Construção) se destaca como uma ferramenta estratégica ao oferecer um histórico completo de manutenção dos ativos, além de reunir informações técnicas detalhadas e especificações de cada componente da construção. O modelo digital facilita a localização e inspeção de sistemas ocultos, agilizando intervenções e reduzindo falhas operacionais. Além disso, o BIM pode ser integrado a sensores e plataformas de IoT, permitindo o monitoramento em tempo real das condições do edifício e contribuindo para uma gestão mais precisa, eficiente e inteligente.

A combinação de BIM com tecnologias inteligentes cria um ambiente onde as decisões são tomadas com base em dados atualizados e acessíveis, tornando a gestão predial mais proativa e estratégica.

Fonte: Biblus

Conclusão

A manutenção predial inteligente não é apenas uma tendência, mas uma evolução necessária na forma como os edifícios são geridos. A tecnologia permite não só resolver problemas com mais agilidade, mas, principalmente, evitá-los antes mesmo que ocorram. E ao incorporar o BIM como plataforma integradora de informações, a manutenção atinge um novo patamar de eficiência e controle. O futuro da gestão predial é digital, conectado e cada vez mais inteligente.

 

Categorias Artigos Tags BIM, Drones, gestão, Inovação, inteligencia artificial, Machine Learning, manutenção, Manutenção predial, nuvem, realidade aumentada, realidade virtual, robótica, Sensores, SpBIM, tecnologia Deixe um comentário

Marca forte: O impacto do Branding no BIM

6 de maio de 20251 de maio de 2025 Por Equipe SPBIM

Marca forte: O impacto do Branding no BIM

O Branding como Estratégia de Valor

Em mercados saturados, onde produtos e serviços muitas vezes se equiparam tecnicamente, o branding emerge como um diferencial estratégico. Construir uma marca forte não é apenas uma questão de identidade visual — é desenvolver um posicionamento claro, consistente e significativo. Esse conjunto de percepções que o público forma sobre a empresa influencia diretamente a escolha de compra e a fidelidade ao longo do tempo.

A força de uma marca se expressa na forma como ela comunica seus valores e propósito. Isso vai além de slogans ou campanhas temporárias: envolve coerência entre discurso e prática, e uma presença capaz de criar conexões emocionais reais. Empresas com branding bem construído conseguem estabelecer vínculos duradouros com o consumidor, tornando-se parte da vida dele, muitas vezes de forma simbólica.

Fonte:49 educação

Além disso, marcas fortes têm maior resiliência diante de crises. Quando o público confia na integridade e na visão de uma empresa, tende a oferecer mais compreensão e apoio mesmo em momentos de instabilidade. Isso mostra que o branding não é apenas um recurso de marketing — ele é uma estrutura de confiança que sustenta a reputação ao longo do tempo.

Branding Interno e Cultura Organizacional

A força de uma marca não depende apenas do que é comunicado externamente, mas também de como ela é vivida internamente. Colaboradores alinhados com a identidade da marca tornam-se seus primeiros defensores, transmitindo seus valores em cada interação com clientes, parceiros e fornecedores. O branding interno atua como um guia cultural, fortalecendo o senso de pertencimento e a motivação da equipe.

Fonte: SPBIM

 

Empresas que integram o branding à gestão de pessoas conseguem criar uma cultura organizacional mais coesa e estratégica. Valores claros e compartilhados ajudam a direcionar comportamentos e decisões, promovendo um ambiente onde os objetivos da marca são refletidos nas atitudes do time. Isso também influencia positivamente a experiência do cliente, pois o público percebe quando há autenticidade e coerência na entrega.

Fonte: SPBIM

Ao estimular o engajamento interno, o branding contribui para a construção de um ecossistema forte. Não se trata apenas de vender produtos ou serviços, mas de formar uma comunidade em torno de uma ideia ou propósito. Essa abordagem fortalece a reputação da empresa e multiplica o alcance de sua marca de maneira orgânica e duradoura.

Fonte: SPBIM

Branding e Inovação: A Conexão com o BIM

No setor da construção civil, uma marca forte também se associa à capacidade de inovar e incorporar tecnologias que geram valor para o cliente. Nesse contexto, o BIM (Building Information Modeling) tem se destacado não apenas como uma ferramenta técnica, mas como um elemento estratégico que reforça o posicionamento de empresas comprometidas com eficiência, transparência e sustentabilidade.

Fonte: SPBIM

Quando uma construtora ou escritório de arquitetura adota o BIM e comunica isso de forma clara e consistente como parte de sua identidade, está fortalecendo seu branding. O uso do BIM demonstra compromisso com inovação, precisão na entrega, redução de desperdícios e colaboração entre equipes — todos atributos que agregam valor à marca perante investidores, parceiros e clientes.

Fonte: SPBIM

Portanto, a integração entre branding e BIM não é apenas possível, mas desejável. Marcas fortes no setor da construção são aquelas que conseguem aliar tradição e inovação, comunicação e prática. Incorporar o BIM ao posicionamento da marca é uma forma de mostrar, na prática, o que se promete no discurso: qualidade, responsabilidade e visão de futuro.

Como o branding pode estimular a disseminação do BIM

A construção civil ainda caminha lentamente rumo à inovação, mas há um potencial transformador na forma como se comunica e posiciona o uso de tecnologias como o BIM. Ao destacar a eficiência que essa metodologia proporciona, com ganhos mensuráveis em tempo, orçamento e produtividade, é possível construir uma imagem associada a resultados concretos, despertando o interesse de incorporadoras, construtoras e escritórios de projeto que buscam mais controle e menos desperdício. Uma narrativa bem estruturada em torno da eficiência operacional pode ser o gatilho necessário para romper a resistência de um mercado acostumado à previsibilidade, mesmo que ineficiente.

Fonte: SPBIM

Além disso, o foco em assertividade e sustentabilidade pode ampliar ainda mais o alcance dessa estratégia. A precisão no planejamento e a capacidade de reduzir erros são argumentos poderosos em um setor onde retrabalho custa caro, enquanto o apelo sustentável responde às crescentes pressões por responsabilidade ambiental. Assumir uma ou todas essas vertentes como pilares de posicionamento permite criar valor simbólico e competitivo em torno do BIM, convertendo inovação tecnológica em vantagem percebida. Assim, a mudança de mentalidade passa a ser estimulada não apenas pela tecnologia em si, mas pela forma como ela é apresentada e incorporada ao discurso estratégico das empresas do setor.

Conclusão


A consolidação de marcas fortes no setor da construção civil passa, cada vez mais, pela capacidade de alinhar discurso e prática em torno da inovação. Ao integrar o BIM ao posicionamento estratégico, o branding não apenas reforça atributos como eficiência, assertividade e sustentabilidade, mas também transforma essas qualidades em diferenciais competitivos tangíveis. Nesse cenário, comunicar com clareza o uso de tecnologias avançadas torna-se essencial para estimular uma nova cultura no setor — mais aberta, colaborativa e preparada para os desafios do futuro. Assim, branding e BIM, quando aliados, deixam de ser apenas ferramentas e se tornam agentes de transformação real no mercado da construção.

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O QUE É DESIGN THINKING?

31 de agosto de 2023 Por Equipe SPBIM

O que é Design Thinking e como ele pode transformar a inovação

 

O Design Thinking é uma abordagem inovadora para a resolução de problemas e criação de soluções centradas no ser humano. Ele se tornou uma poderosa ferramenta para empresas, organizações e indivíduos que buscam inovar de maneira eficaz, colocando as necessidades e desejos dos usuários no centro de seus processos. Neste artigo, exploraremos o que é, seus princípios fundamentais, como ele pode transformar a inovação e ser usado na construção civil.

Fonte: ITSM House

 

O que é Design Thinking?

Ele é um processo de resolução de problemas que se concentra na empatia, colaboração e experimentação. Foi originalmente desenvolvido em Stanford na década de 1980, mas desde então se espalhou para diversas áreas, incluindo negócios, design de produtos, serviços de saúde e governo. Em sua essência envolve as seguintes etapas:

 

1. Empatia: O primeiro passo é entender profundamente as necessidades e perspectivas dos usuários ou clientes. Isso envolve a realização de pesquisas, entrevistas e observações para criar empatia com as pessoas para as quais você está projetando.

2. Definição do problema: Com base na empatia desenvolvida na etapa anterior, você define claramente o problema que deseja resolver. Essa etapa envolve a síntese das informações coletadas e a formulação de um “ponto de vista do usuário” que guiará o processo de design.

3. Idealização: Nesta fase, você gera uma ampla gama de ideias para abordar o problema definido. Isso é frequentemente feito em sessões de brainstorming criativo, onde não há julgamento de ideias. O objetivo é criar um grande volume de conceitos.

4. Prototipagem: Aqui, você transforma suas ideias em protótipos tangíveis. Eles podem ser desenhos, modelos físicos, representações digitais ou qualquer outra forma que permita testar e refinar suas soluções de maneira rápida e econômica.

5. Teste: Os protótipos são apresentados aos usuários para obter feedback real. Isso ajuda a identificar o que funciona e o que não funciona, permitindo ajustes e melhorias iterativas.

6. Implementação: Após testar e refinar suas soluções com base no feedback do usuário, você está pronto para implementar a solução final.

 

Fonte: Medium

 

Princípios fundamentais do Design Thinking

 

1. Centrado no ser humano: O usuário está no centro de todo o processo. Compreender suas necessidades, motivações e desejos é fundamental para criar soluções significativas.

2. Pensamento interativo: O Design Thinking valoriza a experimentação e a interação. Ele reconhece que é improvável criar a resolução perfeita na primeira tentativa e, portanto, incentiva ajustes contínuos com base no feedback do consumidor.

3. Colaboração multidisciplinar: Equipes diversas, com diferentes perspectivas e habilidades, são essenciais para a criatividade e a resolução de problemas eficaz.

4. Foco em problemas mal definidos: Esta ferramenta é particularmente eficaz quando se trata de problemas complexos e mal definidos, nos quais as soluções tradicionais podem não ser adequadas.

5. Prototipagem rápida e econômica: A prototipagem permite testar ideias de forma rápida e econômica, economizando tempo e recursos.

Fonte: Belas Artes

 

Design Thinking na construção civil

 

1. Design de espaços habitacionais e comerciais: No setor imobiliário, ele pode ser usado para projetar espaços residenciais e comerciais que atendam às necessidades e preferências dos ocupantes. Isso envolve a realização de pesquisas para compreender as necessidades dos futuros moradores ou proprietários e, em seguida, projetar espaços que atendam a essas necessidades de maneira inovadora.

2. Design de ambientes sustentáveis: Ele pode ser aplicado para criar ambientes sustentáveis e ecologicamente corretos. Isso inclui a incorporação de soluções de eficiência energética, reciclagem de materiais e design que aproveita ao máximo a luz natural e a ventilação, reduzindo assim o impacto ambiental dos edifícios.

3. Melhoria de processos construtivos: O setor da construção pode se beneficiar da ferramenta ao repensar e otimizar os processos construtivos. Isso pode incluir a identificação de ineficiências em termos de custos e prazos, bem como a busca por maneiras de melhorar a segurança dos trabalhadores no canteiro de obras.

4. Projeto de infraestrutura urbana: No planejamento e desenvolvimento de infraestrutura urbana, como sistemas de transporte, redes de água e saneamento, a ferramenta pode ser usada para criar soluções que melhorem a qualidade de vida dos residentes e a eficiência das cidades.

5. Design de materiais e tecnologia de construção: Sua aplicação na pesquisa e desenvolvimento de novos materiais de construção e tecnologias pode ser muito benéfica. Isso pode levar à criação de materiais mais duráveis, sustentáveis e econômicos, bem como ao desenvolvimento de técnicas de construção mais avançadas.

6. Reabilitação e renovação de edifícios antigos: Ao lidar com edifícios antigos que precisam ser renovados ou reabilitados, o uso da ferramenta para preservar elementos históricos enquanto se adapta o espaço às necessidades modernas. Isso requer um equilíbrio entre a conservação do patrimônio e a introdução de elementos contemporâneos.

7. Soluções de acessibilidade: Na construção de edifícios públicos, residências e instalações comerciais pode ser usado para criar soluções que tornem os espaços mais acessíveis para pessoas com deficiência, melhorando a inclusão e a acessibilidade.

8. Gestão de resíduos de construção: Promove o encontro de maneiras inovadoras de reduzir o desperdício de materiais de construção e promover a reciclagem e reutilização, contribuindo para a sustentabilidade na construção civil.

9. Experiência do cliente: Além da infraestrutura física, também pode ser usado para melhorar a experiência geral do cliente, desde a concepção do projeto até a entrega e o pós-venda.

 

Fonte: Banib

 

Transformando a inovação

Uma ferramenta poderosa para empresas e organizações que buscam inovar de maneira significativa. Ele permite que as empresas se afastem de abordagens tradicionais, orientadas por processos, e adotem uma mentalidade mais orientada para o usuário.

Além disso, o Design Thinking promove uma cultura de inovação ao incentivar a experimentação e a aprendizagem contínua. Ele também ajuda as empresas a se adaptarem mais rapidamente às mudanças nas necessidades e expectativas dos clientes.

Em resumo, ele é uma abordagem holística para a inovação que coloca o ser humano no centro do processo. Com empatia, colaboração e experimentação, ele capacita as empresas a criar soluções que realmente atendam às necessidades de seus clientes e impulsionem o sucesso a longo prazo.

Fonte: Troposlab

 

Conclusão

Em resumo, o Design Thinking oferece uma abordagem centrada no ser humano e altamente colaborativa que pode melhorar significativamente a qualidade e a eficiência dos projetos de construção civil, resultando em espaços mais funcionais, sustentáveis e atraentes. Ao envolver os clientes, usuários e demais partes interessadas desde o início, é possível criar soluções que realmente atendam às suas necessidades e desejos.

Categorias Artigos Tags arquiteto, arquitetura, construção civil, design, Design Thinking, designer, engenharia, engenheiro, Inovação, SpBIM Deixe um comentário

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