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Cultura Organizacional

Requisitos de Informação na Construção Civil: Aplicabilidade Prática no Contexto BIM

13 de janeiro de 2026 Por Equipe SPBIM

Requisitos de Informação na Construção Civil: Aplicabilidade Prática no Contexto BIM

Imagine estar no comando de um projeto milionário de infraestrutura, com prazos apertados, múltiplas disciplinas envolvidas e dezenas de decisões a serem tomadas diariamente. Agora, imagine tentar tomar essas decisões com base em dados incompletos, desencontrados ou desatualizados. Para muitos gestores de projetos na construção civil, essa é uma realidade constante: a ineficiência na troca de informações entre equipes é uma das principais causas de retrabalho, atrasos e custos não previstos.

Nesse contexto, o Building Information Modeling (BIM) surge como solução não apenas de modelagem tridimensional, mas como uma plataforma de integração e gestão de informação. No entanto, para que essa promessa se concretize, é imprescindível que as informações trocadas ao longo do ciclo de vida do projeto estejam estruturadas, organizadas e direcionadas aos objetivos reais do empreendimento.

É nesse ponto que entram os conceitos de PIR (Project Information Requirements), AIR (Asset Information Requirements) e LOIN (Level of Information Need). Este artigo apresenta de forma aplicada e fundamentada como esses conceitos se encaixam no fluxo BIM, ilustrando com exemplos práticos como sua implementação pode transformar a maneira como a informação é produzida, compartilhada e utilizada em projetos de construção. Para gestores de projetos, essa abordagem representa não apenas uma solução técnica, mas um caminho claro rumo à previsibilidade, à eficiência e ao controle pleno dos resultados esperados.

Fonte: CREA-SP

Conceito de Requisitos de Informação do Projeto (PIR)

Os Requisitos de Informação do Projeto (PIR) são definidos como as necessidades de informação durante a fase de projeto e construção de um empreendimento. De acordo com a ISO 19650-1 (2020), o PIR deve ser estruturado de modo a alinhar as expectativas do cliente com os entregáveis dos profissionais envolvidos no projeto. O PIR visa garantir que os modelos BIM contenham as informações certas, no momento certo, para apoiar a tomada de decisão.

Segundo EASTMAN et al. (2011), um dos maiores desafios do BIM é a definição clara de requisitos de informação para cada etapa do projeto. O PIR ajuda a mitigar este desafio por meio da formalização dessas necessidades.

Exemplo Prático:

Em um projeto de hospital, o cliente pode exigir que todas as portas automáticas sejam modeladas com informações detalhadas sobre acessibilidade, integração com sistemas de segurança e manutenção preventiva. O PIR, neste caso, definirá esses requisitos para que sejam considerados no modelo BIM desde o início da fase de projeto, usando ferramentas como Autodesk Revit e Archicad.

Requisitos de Informação do Ativo (AIR)

Os Requisitos de Informação do Ativo (AIR) têm como foco a fase de operação e manutenção do empreendimento. Conforme a ISO 19650-1, os AIR devem ser definidos pelo operador ou proprietário do ativo e devem guiar a coleta e a entrega de informações relevantes para a gestão eficiente do ativo após a conclusão da obra.

A norma britânica PAS 1192-3 (2014), predecessora da ISO 19650, enfatiza que os AIR devem permitir a continuidade da informação do projeto para o ciclo de vida do ativo, incluindo manutenção, substituição e operação.

Exemplo Prático:

No mesmo hospital, o AIR pode definir que todos os equipamentos mecânicos (HVAC, geradores, bombas) devem conter informações como datas de fabricação, vida útil, fornecedor, contratos de garantia e dados de manutenção. Essa informação pode ser organizada e integrada a softwares de gestão de ativos como Archibus ou Maximo, por meio do modelo BIM.

Requisitos de Informação de Troca (EIR)

O EIR (Exchange Information Requirements) é um documento que consolida os requisitos de informação tanto do projeto (PIR) quanto do ativo (AIR), sendo um instrumento essencial de comunicação entre o contratante e os fornecedores. Conforme a ISO 19650-1, o EIR deve ser preparado na fase inicial do projeto para guiar as entregas de informação ao longo de todo o ciclo de vida do ativo.

Fonte: SPBIM

O EIR atua como espinha dorsal para os processos BIM, definindo o que deve ser entregue, em qual formato, com que frequência e por quem.

Exemplo Prático:

Em um projeto de escola pública, o EIR pode exigir que os modelos BIM entregues em cada etapa estejam em formato IFC, contenham os parâmetros especificados para elementos críticos como sistemas de prevenção contra incêndios, e sejam revisados em reuniões quinzenais por todas as disciplinas. O EIR funciona como referência para que o Plano de Execução BIM (BEP) seja desenvolvido de forma alinhada com os objetivos do cliente.

Nível de Informação Necessário (LOIN)

O LOIN (Level of Information Need) é um conceito introduzido pela ISO 19650-2 (2018), substituindo a abordagem anterior centrada no LOD (Level of Development). O LOIN define o nível de informação exigido para cada elemento de informação, dividindo-o em três dimensões:

Geométrica: representação visual no modelo;

Alfanumérica: dados e propriedades do objeto;

Documental: arquivos e referências relacionadas ao objeto (manual, especificação, certificado, etc).

A União Europeia publicou o “Handbook for the introduction of Building Information Modelling by the European Public Sector” (EU BIM Task Group, 2017), destacando que o LOIN promove o uso racional de informações, evitando tanto a sobrecarga quanto a carência de dados.

Fonte: Catenda

 

Exemplo Prático:

Durante a fase de projeto de um edifício corporativo, uma luminária pode ter um LOIN baixo (representação geométrica genérica e poucos dados). Já na fase de detalhamento, a mesma luminária precisa atender a um LOIN mais alto, com geometria precisa, código de produto, potência, consumo, fabricante e manual de instalação.

Implementação dos Requisitos em uma Empresa da Construção Civil

Para aplicar PIR, AIR e LOIN de maneira eficiente, uma empresa pode seguir algumas etapas. Abaixo um checklist geral:

Definição de Objetivos de Informação

Com base nas necessidades do cliente, estruturar um Plano de Execução BIM (BEP).

  • Mapear entregáveis por etapa do ciclo de vida.

Desenvolvimento de Templates e Bibliotecas BIM

  • Criar famílias com atributos já definidos conforme AIR e PIR.

  • Estabelecer padronização de LOIN para cada fase (estudo preliminar, anteprojeto, executivo).

Integração entre plataformas

  • Uso de ferramentas como Solibri, BIMcollab ou Navisworks para verificação de requisitos.

  • Integração com CDE (Common Data Environment) como BIM 360, Trimble Connect ou Autodesk Construction Cloud (ACC) para centralizar e rastrear informações.

Treinamento e Governança da Informação

  • Capacitação da equipe nos conceitos da ISO 19650.

  • Nomeação de um coordenador de informações.

Desafios

Mudança de cultura organizacional: Equipes acostumadas a processos tradicionais tendem a resistir à adoção de novas metodologias baseadas em informação digital. Para mitigar esse desafio, é fundamental realizar treinamentos práticos, implementar pilotos e destacar resultados positivos.

Resistência à padronização: Projetistas e fornecedores muitas vezes preferem suas próprias formas de trabalho e modelagem, o que gera incoerência de dados. A ção recomendada é estabelecer diretrizes claras em um BEP (Plano de Execução BIM), validado em conjunto com as partes interessadas.

Integração entre softwares e formatos: A variedade de plataformas BIM pode causar dificuldades na troca de dados. Padronizar o uso de IFC (Industry Foundation Classes), promover revisões colaborativas com ferramentas de CDE e adotar workflows baseados em nuvem podem amenizar esse problema.

Vantagens

Redução de retrabalho: Com requisitos de informação bem definidos e integrados, evita-se a repetição de tarefas e correções de erros causados por dados mal interpretados ou ausentes. Isso se traduz em economia de tempo e recursos.

Tomada de decisão mais assertiva: A disponibilidade de informação confiável e estruturada em tempo real permite que gestores e projetistas tomem decisões fundamentadas, com menor margem de erro e maior previsibilidade dos impactos.

Manutenção preditiva eficiente: Ao atender aos AIR com dados completos sobre os ativos, a gestão de operação e manutenção pode ser feita de forma preditiva, reduzindo falhas, custos operacionais e aumentando a vida útil dos equipamentos e sistemas.

Conclusão

A aplicação dos conceitos de PIR, AIR, EIR e LOIN no processo BIM permite maior previsibilidade, segurança e organização na gestão da informação. Esses elementos são essenciais para garantir que todos os agentes envolvidos no ciclo de vida do empreendimento possam colaborar de forma eficiente. A clareza nas responsabilidades, bem como a padronização dos dados trocados, contribuem para a qualidade do produto final e para a sustentabilidade dos ativos ao longo de sua vida útil. A adoção de um modelo colaborativo baseado em informação estruturada é, portanto, o caminho para uma construção civil mais integrada, eficiente e digitalizada.

Categorias Artigos Tags AIR, Bibliotecas BIM, BIM, Conceito de Requisitos de Informação do Projeto, construção civil, Cultura Organizacional, EIR, Integração entre plataformas, LOIN, Nível de Informação Necessário, PIR, Requisitos, Requisitos de Informação de Troca, Requisitos de Informação do Ativo, SpBIM, Templates Deixe um comentário

Marca forte: O impacto do Branding no BIM

6 de maio de 20251 de maio de 2025 Por Equipe SPBIM

Marca forte: O impacto do Branding no BIM

O Branding como Estratégia de Valor

Em mercados saturados, onde produtos e serviços muitas vezes se equiparam tecnicamente, o branding emerge como um diferencial estratégico. Construir uma marca forte não é apenas uma questão de identidade visual — é desenvolver um posicionamento claro, consistente e significativo. Esse conjunto de percepções que o público forma sobre a empresa influencia diretamente a escolha de compra e a fidelidade ao longo do tempo.

A força de uma marca se expressa na forma como ela comunica seus valores e propósito. Isso vai além de slogans ou campanhas temporárias: envolve coerência entre discurso e prática, e uma presença capaz de criar conexões emocionais reais. Empresas com branding bem construído conseguem estabelecer vínculos duradouros com o consumidor, tornando-se parte da vida dele, muitas vezes de forma simbólica.

Fonte:49 educação

Além disso, marcas fortes têm maior resiliência diante de crises. Quando o público confia na integridade e na visão de uma empresa, tende a oferecer mais compreensão e apoio mesmo em momentos de instabilidade. Isso mostra que o branding não é apenas um recurso de marketing — ele é uma estrutura de confiança que sustenta a reputação ao longo do tempo.

Branding Interno e Cultura Organizacional

A força de uma marca não depende apenas do que é comunicado externamente, mas também de como ela é vivida internamente. Colaboradores alinhados com a identidade da marca tornam-se seus primeiros defensores, transmitindo seus valores em cada interação com clientes, parceiros e fornecedores. O branding interno atua como um guia cultural, fortalecendo o senso de pertencimento e a motivação da equipe.

Fonte: SPBIM

 

Empresas que integram o branding à gestão de pessoas conseguem criar uma cultura organizacional mais coesa e estratégica. Valores claros e compartilhados ajudam a direcionar comportamentos e decisões, promovendo um ambiente onde os objetivos da marca são refletidos nas atitudes do time. Isso também influencia positivamente a experiência do cliente, pois o público percebe quando há autenticidade e coerência na entrega.

Fonte: SPBIM

Ao estimular o engajamento interno, o branding contribui para a construção de um ecossistema forte. Não se trata apenas de vender produtos ou serviços, mas de formar uma comunidade em torno de uma ideia ou propósito. Essa abordagem fortalece a reputação da empresa e multiplica o alcance de sua marca de maneira orgânica e duradoura.

Fonte: SPBIM

Branding e Inovação: A Conexão com o BIM

No setor da construção civil, uma marca forte também se associa à capacidade de inovar e incorporar tecnologias que geram valor para o cliente. Nesse contexto, o BIM (Building Information Modeling) tem se destacado não apenas como uma ferramenta técnica, mas como um elemento estratégico que reforça o posicionamento de empresas comprometidas com eficiência, transparência e sustentabilidade.

Fonte: SPBIM

Quando uma construtora ou escritório de arquitetura adota o BIM e comunica isso de forma clara e consistente como parte de sua identidade, está fortalecendo seu branding. O uso do BIM demonstra compromisso com inovação, precisão na entrega, redução de desperdícios e colaboração entre equipes — todos atributos que agregam valor à marca perante investidores, parceiros e clientes.

Fonte: SPBIM

Portanto, a integração entre branding e BIM não é apenas possível, mas desejável. Marcas fortes no setor da construção são aquelas que conseguem aliar tradição e inovação, comunicação e prática. Incorporar o BIM ao posicionamento da marca é uma forma de mostrar, na prática, o que se promete no discurso: qualidade, responsabilidade e visão de futuro.

Como o branding pode estimular a disseminação do BIM

A construção civil ainda caminha lentamente rumo à inovação, mas há um potencial transformador na forma como se comunica e posiciona o uso de tecnologias como o BIM. Ao destacar a eficiência que essa metodologia proporciona, com ganhos mensuráveis em tempo, orçamento e produtividade, é possível construir uma imagem associada a resultados concretos, despertando o interesse de incorporadoras, construtoras e escritórios de projeto que buscam mais controle e menos desperdício. Uma narrativa bem estruturada em torno da eficiência operacional pode ser o gatilho necessário para romper a resistência de um mercado acostumado à previsibilidade, mesmo que ineficiente.

Fonte: SPBIM

Além disso, o foco em assertividade e sustentabilidade pode ampliar ainda mais o alcance dessa estratégia. A precisão no planejamento e a capacidade de reduzir erros são argumentos poderosos em um setor onde retrabalho custa caro, enquanto o apelo sustentável responde às crescentes pressões por responsabilidade ambiental. Assumir uma ou todas essas vertentes como pilares de posicionamento permite criar valor simbólico e competitivo em torno do BIM, convertendo inovação tecnológica em vantagem percebida. Assim, a mudança de mentalidade passa a ser estimulada não apenas pela tecnologia em si, mas pela forma como ela é apresentada e incorporada ao discurso estratégico das empresas do setor.

Conclusão


A consolidação de marcas fortes no setor da construção civil passa, cada vez mais, pela capacidade de alinhar discurso e prática em torno da inovação. Ao integrar o BIM ao posicionamento estratégico, o branding não apenas reforça atributos como eficiência, assertividade e sustentabilidade, mas também transforma essas qualidades em diferenciais competitivos tangíveis. Nesse cenário, comunicar com clareza o uso de tecnologias avançadas torna-se essencial para estimular uma nova cultura no setor — mais aberta, colaborativa e preparada para os desafios do futuro. Assim, branding e BIM, quando aliados, deixam de ser apenas ferramentas e se tornam agentes de transformação real no mercado da construção.

Categorias Artigos Tags BIM, Branding, Cultura Organizacional, Inovação, Marca forte Deixe um comentário

Cultura Organizacional e BIM: Como Engajar a Equipe na Adoção da Tecnologia

30 de abril de 20252 de abril de 2025 Por Equipe SPBIM

Cultura Organizacional e BIM: Como Engajar a Equipe na Adoção da Tecnologia

A transformação digital no setor de arquitetura, engenharia e construção (AEC) tem sido impulsionada pela adoção do Building Information Modeling (BIM), uma tecnologia que revoluciona a forma como os projetos são projetados, construídos e gerenciados. No entanto, a implementação bem-sucedida do BIM não depende apenas da aquisição de software e hardware adequados; ela está fortemente ligada à cultura organizacional e à capacidade da equipe de se adaptar e adotar as novas ferramentas e processos.

A adoção do BIM envolve uma mudança significativa na forma como os projetos são desenvolvidos. Ao contrário dos métodos tradicionais de modelagem, que podem ser baseados em desenhos 2D, o BIM utiliza modelos 3D paramétricos, integrando informações e dados ao longo de todas as fases do ciclo de vida do edifício. Essa mudança exige não apenas a aprendizagem de novos softwares, mas também uma transformação na forma de pensar e colaborar entre as equipes.

Fonte: Celere

O que é Cultura Organizacional?

A cultura organizacional refere-se ao conjunto de valores, crenças, práticas e comportamentos compartilhados dentro de uma empresa. Ela forma a base de como os membros da organização interagem entre si, com a liderança e com os processos de trabalho. Em um ambiente em que mudanças tecnológicas são frequentes, a cultura organizacional pode determinar o sucesso ou o fracasso na implementação de novas tecnologias, como o BIM.

Fonte: Evalart

Como Engajar a Equipe na Adoção do BIM

Para que a transição para o BIM seja bem-sucedida, é necessário criar um ambiente que favoreça a aprendizagem e o desenvolvimento contínuo. A seguir, apresentamos algumas estratégias para engajar a equipe na adoção do BIM:

1. Liderança e Comprometimento da Alta Gestão

A liderança desempenha um papel crucial na implementação do BIM. A alta gestão deve não apenas apoiar a adoção dessa tecnologia, mas também ser proativa na comunicação dos benefícios do BIM para toda a equipe. Quando a liderança demonstra comprometimento com o BIM, isso inspira confiança e motiva os membros da equipe a se engajarem com o processo.

2. Investimento em Treinamento e Capacitação

Uma das formas mais eficazes de reduzir a resistência e a insegurança em relação ao BIM é fornecer treinamento adequado. As equipes devem ser capacitadas não apenas no uso das ferramentas BIM, mas também na adaptação aos novos fluxos de trabalho e processos colaborativos. O treinamento contínuo e as atualizações sobre as últimas tendências e ferramentas BIM são essenciais para manter a equipe envolvida e preparada.

Fonte: SPBIM / Turma Sketchup

3. Criação de uma Mentalidade Colaborativa

O BIM facilita uma abordagem mais colaborativa e integrada no desenvolvimento de projetos. Para que isso aconteça, é necessário promover uma cultura organizacional que valorize a troca de informações e o trabalho em equipe. Incentivar a colaboração entre arquitetos, engenheiros e outros profissionais ao longo de todas as fases do projeto é fundamental para maximizar os benefícios do BIM.

Fonte: SMC projetos

4. Comunicação Transparente

A comunicação eficaz é fundamental para garantir que todos os membros da equipe compreendam o impacto do BIM na organização e no próprio trabalho. Comunicar claramente os benefícios de adotar o BIM, como a redução de erros, aumento da produtividade e melhoria da qualidade do projeto, ajuda a reduzir a resistência e aumenta a adesão da equipe.

5. Estabelecimento de Metas Claras

Estabelecer objetivos claros e mensuráveis para a implementação do BIM pode ajudar a motivar a equipe. As metas podem incluir a redução de prazos, aumento da precisão do projeto, ou até a melhoria da sustentabilidade do design. Monitorar o progresso e reconhecer as conquistas também ajuda a manter a equipe engajada e comprometida.

6. Adaptação Gradual

A adoção do BIM não precisa ser imediata ou total. Algumas organizações optam por uma implementação gradual, começando com projetos menores ou setores específicos da empresa, para adaptar a equipe aos novos processos. Isso permite que a equipe desenvolva a confiança e experiência necessárias antes de avançar para a implementação em grande escala.

7. Exemplos de Sucesso Internos

Compartilhar histórias de sucesso de outros projetos ou de outras empresas que implementaram com êxito o BIM pode ser uma maneira poderosa de engajar a equipe. Mostrar exemplos práticos de como o BIM melhorou a eficiência, a comunicação e a entrega de projetos pode motivar os membros da equipe a abraçar a mudança.

Fonte: SPBIM / Implantação em empresas

Benefícios de Engajar a Equipe na Adoção do BIM

Quando a equipe está devidamente engajada na adoção do BIM, os benefícios se tornam evidentes em diversos aspectos do projeto, tais como:

  • Melhoria na qualidade do projeto: O BIM permite maior precisão e redução de erros, o que resulta em um produto final de melhor qualidade.

  • Aumento da produtividade: A automação de processos e a eliminação de retrabalho tornam os fluxos de trabalho mais rápidos e eficientes.

  • Maior colaboração e comunicação: O BIM facilita a troca de informações entre as diferentes disciplinas envolvidas no projeto, promovendo uma colaboração mais estreita.

  • Sustentabilidade: O uso do BIM permite otimizar o desempenho energético e ambiental dos edifícios, favorecendo a sustentabilidade.

Fonte: SPBIM

Conclusão

A adoção do BIM é uma transformação significativa, não apenas em termos tecnológicos, mas também culturais. Para garantir o sucesso dessa implementação, é essencial criar um ambiente que favoreça a aprendizagem contínua, a colaboração e a comunicação aberta. Engajar a equipe nesse processo é fundamental para que os benefícios do BIM sejam plenamente realizados. Quando a cultura organizacional apoia e facilita essa transição, a tecnologia não se torna apenas uma ferramenta, mas um motor para a inovação, produtividade e sucesso no setor AEC.

Categorias Artigos Tags Adoção da Tecnologia, BIM, Cultura Organizacional, Engajar a Equipe, gestão, Implantação, SpBIM, Treinamento Deixe um comentário

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